27 de dec. de 2016

A GUARDA

ECONOMÍA

A Xunta de Galicia impulsa na Guarda a diversificación do traballo artesán das redeiras cun curso de formación centrado na bixutería 

A directora xeral de Comercio, Sol Vázquez Abeal, e a directora xeral de Desenvolvemento Pesqueiro, Susana Rodríguez Carballo, visitaron a iniciativa formativa incluída no proxecto Enredadas

As consellerías de Economía, Emprego e Industria e do Mar colaboran no desenvolvemento desta iniciativa pola que a Fundación Centro Galego da Artesanía e do Deseño é finalista nos Premios Nacionais de Artesanía


A directora xeral de Comercio, Sol Vázquez Abeal, e a directora xeral de Desenvolvemento Pesqueiro, Susana Rodríguez Carballo, visitaron hoxe na Guarda o curso Perfeccionamento de deseño e produción de novos produtos de bixutería 


Infogauda / A Guarda

 A directora xeral de Comercio, Sol Vázquez Abeal, e a directora xeral de Desenvolvemento Pesqueiro, Susana Rodríguez Carballo, visitaron hoxe na Guarda o curso Perfeccionamento de deseño e produción de novos produtos de bixutería que a deseñadora Montserrat Álvarez está a impartir nas instalacións da Asociación de Redeiras Atalaia.
 A Consellería de Economía, Emprego e Industria e a Consellería do Mar uniron forzas na aposta pola promoción e a diversificación profesional dun sector tradicional como é o das redeiras artesás de Galicia a través do proxecto Enredadas que coordina a Fundación Centro Galego da Artesanía e do Deseño e que se desenvolve desde o ano 2012.
 Este ano, no marco desa iniciativa, celebrouse en Corme un curso impartido pola deseñadora Rosalía Castro; en Rianxo tivo lugar o curso Deseño e aplicación das técnicas das redeiras ao sector da moda que impartiron os deseñadores da empresa D-Due Charo Froján e Alfredo Olmedo; e na localidade de Ribeira o estudo de interiorismo Juan Ares impartiu o curso Formación para produción de mobiliario da firma Juan Ares Design Marine.
 Todas estas accións están dirixidas por profesionais do sector da moda e o deseño, apostando así pola colaboración intersectorial que abre as portas ás artesás redeiras a un mercado contemporáneo que complementa e diversifica o seu labor tradicional.
 Polo desenvolvemento do proxecto Enredadas, a Fundación Centro Galego da Artesanía e do Deseño foi nomeada finalista na categoría Premio Promociona para Entidades Públicas dos Premios Nacionais de Artesanía 2016. Os gañadores das diferentes categorías daranse a coñecer nun acto programado en Madrid no primeiro trimestre do vindeiro ano 2017.
 A formación e a colaboración entre a artesanía e outras áreas de traballo forman parte da estratexia da Consellería de Economía, Emprego e Industria para promover o talento do sector artesanal galego e consolidar un sector competitivo e transversal.

CAMINHA

FORTE DA ÍNSUA A CONCURSO PARA FINS TURÍSTICOS

Estado lança programa Revive para dar nova vida a património sem utilização e/ou degradado

 Forte da Ínsua
Foto: C.M.C.
Infogauda / Caminha 


 O Forte da Ínsua, ao largo de Moledo, é um dos imóveis do Estado que vai ser colocado em concurso para ser convertido num projeto turístico, no âmbito do programa Revive. Esta é uma boa notícia para o concelho e o presidente da Câmara considera que "estão reunidas as condições para, dentro das regras definidas e com respeito pelo passado monumental do Forte da Ínsua, darmos a oportunidade aos investidores para resgatarmos um património que é um emblema do concelho de Caminha". 

 Conforme foi anunciado, o Estado vai integrar no programa Revive um total de 30 edifícios, entre mosteiros, fortes, antigos quartéis ou conventos que, sem utilização, têm sido condenados ao abandono, encontrando-se alguns mesmo em estado de ruína. 

 "Desde há algum tempo que temos vindo a insistir para a necessidade de darmos projeção ao Forte da Ínsua através da sua conservação e, sobretudo, do seu aproveitamento. Infelizmente, nos últimos anos, aquele monumento tem sido votado a um certo esquecimento que só é combatido pela população e pelos turistas que, de vez em quando, se deslocam até lá para conhecer o forte, pescar ou descansar serenamente na ilha deserta", refere Miguel Alves. 

 O presidente da Câmara de Caminha considera ainda que "hoje temos condições para aproveitar melhor aquela monumentalidade, sobretudo no quadro de um concelho apostado no turismo e na preservação do património e especialmente quando estamos a candidatar o estuário do rio Minho a Paisagem Cultural da UNESCO. O Ministério da Economia foi sensível a esta reivindicação e a Senhora Secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho, teve sempre o cuidado de falar comigo ao longo do percurso que nos trouxe até aqui". 

 O projeto "Revive" é uma iniciativa conjunta dos Ministérios da Economia, da Cultura e das Finanças, que abre o património ao investimento privado para desenvolvimento de projetos turísticos. 

 Forte da Ínsua é um Monumento Nacional construído entre 1649 e 1652 e encontra-se numa pequena ilha rochosa, na foz do Rio Minho, perto da costa.

A GUARDA

VOLVE O CHOCOLATE Á PRAZA DE ABASTOS E A MÚSICA ÁS RÚAS DA VILA  

No último xoves do ano   


Infogauda / A Guarda

 Como xa ocorreu o xoves anterior á celebración do Nadal, este vindeiro xoves día 29 de novembro haberá una nova chocolatada de balde na Praza de Abastos para todo o que se achegue pola mañá. Tamén haberá música nas rúas da man do Coro Fuscalheiro para amenizar o último xoves do ano 2016.  


 Ademais cómpre recordar que o xoves pola tarde, ás 17:30 horas no Centro Cultural, o MAGO RAFA traerá o seu novo espectáculo infantil. Este é de balde, previa recollida de tickets no propio Centro  Cultural. Do mesmo xeito, tamén recollendo previamente as entradas, o venres día 30 poden acudir á representación no Centro Cultural, ás 21:00 horas, da obra de teatro “O que hai que ver”.  


 Así pois, anímase a todo o mundo a achegarse o xoves a probar un chocolate quentiño na Praza de Abastos, perfecto para este época e para prepararse para despedir este ano e dar a benvida ao 2017 en tan só un días e a desfrutar das diversas actividades que se organizan dende o concello para amenizar os últimos días do ano.

A GUARDA

HOMENAGEM NA FOSSA COMÚN DE SESTÁS

O dia 31 de dezembro às 12h., no cemitério da Guarda



C. S. Fuscalho / A Guarda

 Dende o Fuscalho nom queremos deixar passar o 2016 sem homenagear às pessoas que fai 80 anos derom a sua vida pola liberdade e um mundo melhor.  

 Um mundo melhor que foi silenciado polas armas, armas dos que ainda hoje em dia nom se ajustiçou, e que seguem a ter o monopolio do poder.  

 Por isto, fazemos um chamamento a fazer memória e a participar da homenagem que realiçaremos o dia 31 de dezembro no cemitério da Guarda, às 12h.

CAMINHA

CINEMA

Boletim da Sessão nº 277

"Walk the Line" de James Mangold (2005)

Sexta-feira, 30 de dezembro às 21:45 no Auditório do Museu Municipal de Caminha


Locus Cinemae / Caminha


 A história inesquecível e electrizante de Johnny Cash, desde a sua juventude numa fazenda do Arkansas até ao sucesso dos famosos Sun Studios, em Memphis, em que gravou canções imortais, ao lado de Elvis Presley, Jerry Lee Lewis e Carl Perkins.
 E a história de amor com June Carter. Nomeado para cinco Óscares, valeu a Reese Witherspoon o de Melhor Actriz, deixando a Joaquin Phoenix apenas o sabor da nomeação para Melhor Actor. Nos Globos de Ouro, secção comédia e musical, teve melhor sorte: Melhor Filme, Melhor Actor (Phoenix) e Melhor Actriz (Witherspoon).


FICHA TÉCNICA:
Título original: Walk the Line, EUA, 2005
Realização – James Mangold
Produção – James Keach e Cathy Konrad
Argumento – Gill Dennis e James Mangold, baseado nas autobiografias de Johnny Cash “Man in Black: His Own Story in His Own Words” e “Cash: The Autobiography
Música – T. Bone Burnett
Fotografia – Phedon Papamichael
Montagem – Michael McCusker
Produtora – Fox 2000 Pictures
Distribuição – 20th Century Fox
Duração: 136 minutos
FICHA ARTÍSTICA:
Joaquin Phoenix – Johnny Cash
Reese Witherspoon – June Carter
Robert Patrick – Ray Cash, o Pai de Johnny
Hailey Anne Nelson – Rosanne Cash, a filha mais velha de Johnny
Dallas Roberts – Sam Phillips, o fundador e produtor da “Sun Records”
Shelby Lynne – Carrie Cash, a mãe de Johnny
Sandra Ellis Lafferty – Maybelle Addington Carter, a mãe de June
Tyler Hilton – Elvis Presley
Waylon Payne – Jerry Lee Lewis
Shooter Jennings – Waylon Jennings
Johnathan Rice – Roy Orbison


Programação:
JANEIRO 2017
Ciclo Comédia

06 de Janeiro, “O Barba Azul”, Charles Chaplin, 1947, EUA, Sessão 278 (M/12)
13 de Janeiro, “Um Criado ao Seu Dispor”, William A. Seiter, 1938, EUA, Sessão 279 (M/6)
20 de Janeiro, “Onde Está a Liberdade?”, Roberto Rossellini, Itália, 1954, Sessão 280 (M/12)
27 de Janeiro, “O Meu Tio”, Jaques Tati, França, 1958, Sessão 281(M/6)

FEVEREIRO 2017
Ciclo Grandes Atores e Atrizes

(Bette Davis e Steve McQueen)
03 de Fevereiro, “Jezebel, a Insubmissa”, William Wyler, 1938, EUA, Sessão 282 (M/12)
10 de Fevereiro, “A Carta”, William Wyler, 1940, EUA, Sessão 283 (M/12)
17 de Fevereiro, “O Aventureiro de Cincinnati”, Norman Jewison, EUA, 1965, Sessão 284 (M/12)
24 de Fevereiro, “Bullitt”, Peter Yates, EUA, 1968, Sessão 285(M/12)


O ROSAL

CINEMA

“ZOOTROPOLIS” 

28 decembro ás 17.00 h., no Auditorio Municipal do Rosal 




Para todos os públicos e con entrada de balde.

TOMIÑO

Carmela Silva condena a violencia de xénero dende Tomiño e resalta o compromiso da alcaldesa con este tema  

A actriz ourensá Uxía Morán escenificou “A última cea”; un duro retrato da muller maltratada   

A presidenta da Deputación de Pontevedra, Carmela Silva, co tenente de alcalde e deputado Uxío Benítez e a súa compañeira Digna Rivas. Tamén acompañaron á presidenta a concelleira de Cultura e Servizos Sociais de Tomiño, Cristina Martínez, e a comisaria de Mulleres en acción, Paula Cabaleiro
Foto: C. T.

Infogauda / Tomiño

 A presidenta da Deputación de Pontevedra, Carmela Silva, condenou de forma tallante a violencia de xénero, que nos últimos 10 anos provocou máis de 800 vítimas, e resaltou a importancia de esixir ás administracións que dediquen máis recursos para loitar contra esta lacra social. Silva resaltou o compromiso da alcaldesa de Tomiño, Sandra González (ausente por razóns de saúde), co tema da igualdade e da loita contra a violencia de xénero, e lembrou a necesidade de traballar xuntos dende todas as administracións.     

 A titular da Deputación fixo estas declaracións na Praza do Seixo, no concello de Tomiño, que acolleu este mediodía  o acto “Mulleres en acción. Violencia Cero”, e que contou coa presenza do tenente de alcalde e deputado Uxío Benítez e a súa compañeira Digna Rivas. Tamén acompañaron á presidenta a concelleira de Cultura e Servizos Sociais de Tomiño, Cristina Martínez, e a comisaria de Mulleres en acción, Paula Cabaleiro. A primeira, afirmou a vontade de apoiar incondicionalmente iniciativas deste tipo. “Dende o Concello de Tomiño, sumámonos a este proxecto coa meta de concienciar sobre a importancia de loitar contra a violencia machista”, precisou.     

 A actriz ourensá Uxía Morán foi a encargada de interpretar ante o público, a peza teatral unipersoal “A última cea”, logrando un retrato duro e contundente da muller maltratada. A actriz escenificou a vida dunha muller dende o día da voda, quedando logo confinada no fogar e vendo “como a ilusión da promesa de amor que se lle fixo no altar, vaise diluíndo pouco a pouco” A artista quixo ademais por en tela de xuízo o papel da relixión na educación das mulleres, que obedece a estereotipos de submisión, sacrificio, etc.        

 Mulleres en acción. Violencia Cero trátase dun proxecto de acción artística que se desenvolve no espazo público co fin de reivindicar a igualdade de xénero, concienciar á poboación do problema da violencia machista e, sobre todo, para tratar de unir forzas para loitar contra esta secuela presente na nosa sociedade.  

 Durante o 2016, seleccionáronse 10 lugares no espazo público de cidades e pobos da provincia inmersos no programa, que no 2017 ampliará o seu campo de acción a 25 municipios, segundo o anunciado hoxe por Carmela Silva.   

EMPREGO

A Xunta de Galicia convoca oposicións para 20 prazas de axentes do Servizo de Gardacostas de Galicia 

As persoas interesadas disporán dun prazo de 20 días naturais, a partir do 28 de decembro, para presentar as solicitudes    

Para participar nas oposicións é preciso ter permiso de conducir, libreta marítima e título de bacharelato ou de técnico de ciclo medio

Infogauda / Santiago de Compostela

 A Xunta de Galicia vén de convocar oposicións para cubrir 20 prazas de axentes do Servizo de Gardacostas da Administración galega, segundo recolle o Diario Oficial de Galicia (DOG) de hoxe. Das 20 prazas convocadas, 15 son de de acceso libre –a elas poderá aspirar calquera persoa que cumpra os requisitos- e outras cinco de promoción interna.  

 As persoas que superen este proceso selectivo pasarán a formar parte da escala de  axentes do Servizo de Gardacostas de Galicia, no subgrupo C1. Entre os principais requisitos que se esixen para participar nas probas está o dispoñer do permiso de conducir e da libreta marítima, mentres que a titulación mínima requirida é o bacharelato ou ter o título de técnico de ciclo medio de Formación Profesional.

 O Diario Oficial de Galicia recolle hoxe os pormenores desta convocatoria, cuxo sistema de selección é o de oposición libre. As persoas interesadas en participar nestas oposicións disporán de 20 días naturais para presentar as súas solicitudes, contados a partir do día seguinte á publicación da convocatoria no DOG, polo que o prazo rematará o 16 de xaneiro.

 Os axentes do Servizo de Gardacostas de Galicia –adscrito á Consellería do Mar– teñen a consideración de axentes de autoridade no exercicio das súas funcións. Entre elas, figuran custodiar, protexer, vixiar e defender os recursos mariños de Galicia e controlar o aproveitamento destes recursos, así como vixiar e previr a contaminación mariña, participando nas tarefas de eliminación.

 Ademais, as persoas que integran a escala de axentes do Servizo de Gardacostas tamén participan en labores de salvamento marítimo, vixían o funcionamento ordinario de centros e instalacións relacionadas coa produción acuícola e en xeral coa conservación do medio mariño, e tamén poden efectuar denuncias polas infraccións tipificadas na lexislación de protección dos recursos marítimos, e realizar as inspeccións que se lles encomenden. 

GONDOMAR

O Sergas encomenda á Axencia galega de infraestruturas a execución das obras de construción do Centro de saúde de Gondomar 

Tal e como se recolle no Diario Oficial de Galicia de hoxe 

Supón o paso previo para que se poida iniciar a licitación deste centro da rede sanitaria pública galega  

O investimento previsto para a construción do centro é de preto de 3 millóns de euros

Infogauda / Gondomar

 O Diario Oficial de Galicia publica, na súa edición de hoxe, unha Resolución asinada polo presidente do Servizo Galego de Saúde, Jesús Vázquez Almuiña, pola que se dá publicidade a unha encomenda de xestión á Axencia Galega de Infraestruturas das actuacións para acometer a continuación da execución das obras de construción do Centro de Saúde de Gondomar. Esta iniciativa supón o paso previo para que a antedita Axencia poida iniciar a licitación das obras deste centro da rede sanitaria pública galega.

 A Xunta de Galicia vai destinar preto de 3 millóns de euros para a execución da obra de construción, cuxo Programa Funcional inclúe un área de medicina xeral con 12 consultas; un área de pediatría con dúas consultas; ademais de zona destinada para o traballador social e salas polivalentes.

 Ademais, o centro contará cun área de administración con almacéns e outros servizos comúns. 

 A superficie total do centro será superior aos 1.600 metros cadrados.

 A construción do centro suporá que tanto os profesionais previstos (sete médicos xerais, un pediatra, unha matrona, sete DUES, unha auxiliar de enfermería e catro PSX) como os pacientes e usuarios terán una infraestrutura moderna e adaptada ás súas necesidades, dando unha mellor resposta ás necesidades de saúde, presentes e futuras, dos veciños deste concello.

CULTURA

Presentada a tradución ao galego da obra de Dolores Redondo, Premio Planeta 2016 

O conselleiro de Cultura e Educación, Román Rodríguez, destacou a vinculación da autora con Galicia, tanto polas súas orixes, como pola trama da novela, ambientada na Ribeira Sacra

Infogauda / Monforte de Lemos

 O conselleiro de Cultura, Educación e Ordenación Universitaria, Román Rodríguez, participou esta tarde na presentación da tradución ao galego de 'Todo isto che darei', coa que Dolores Redondo gañou o Premio Planeta 2016. Ao acto, que contou coa presenza da propia autora, tamén asistiron o director de Edicións Xerais, Manuel Bragado; o alcalde de Monforte, José Tomé; o delegado territorial da Xunta en Lugo, José Manuel Balseiro; e o secretario xeral de Cultura, Anxo Lorenzo, entre outros.
 'Todo isto che darei' é unha novela negra que ten unha dobre vinculación con Galicia, tal como explicou o conselleiro Román Rodríguez. Dunha banda polas orixes da propia autora (con antepasados paternos en Pontevedra e coa súa avoa materna en Corme), e pola propia trama, ambientada na Ribeira Sacra. O conselleiro salientou precisamente a importancia que ten a elección do espazo dunha novela na promoción turística e cultural e na dinamización económica dunha zona concreta. Neste senso destacou que a novela de Dolores Redondo reflicte a esencia da Ribeira Sacra, un espazo no que se sintetizan natureza, paisaxe, arte e traballo na terra; e sobre o que a Consellería está a traballar para a súa declaración como Ben de Interese Cultural.
 Tras agradecer a Dolores Redondo esta obra, Román Rodríguez lembrou que é o cuarto Premio Planeta –un dos máis prestixioso do panorama nacional– vinculado con Galicia, e que previamente recibiron Fernando Bermúdez de Castro, Torrente Ballester e Camilo José Cela.

MOVEMENTOS SOCIAIS

Intensa e ruidosa xornada de mobilizacións en Vigo por parte do ex persoal de GEA 

Desenvolveron protestas nos Xulgados e nunha das inmobiliarias que lles adebedan cartos


O grupo de ex empregadas/os de GEA desprazáronse até Vigo acompañadas do secretario comarcal da CIG de Pontevedra, Marcos Conde
Foto: CIG

Infogauda / Vigo

 As ex traballadoras/es de Grupo de Empresas Álvarez (GEA) asesoradas pola CIG desenvolveron esta mañá unha intensa xornada de mobilizacións en Vigo para reclamar o pago dos terreos que ocupaba a fábrica de louza en Cabral e Coruxo. As afectadas/os protestaron diante dos Xulgados e ás portas dunha das inmobiliarias implicadas no proceso de compra do solo onde se ubicaba a empresa.

 O grupo de ex empregadas/os de GEA desprazáronse até Vigo acompañadas do secretario comarcal da CIG de Pontevedra, Marcos Conde, para continuar co seu calendario de mobilizacións co obxectivo de que lles abonen os máis de dous millóns de euros que lles adebedan pola compra dos terreos que ocupaba a antiga fábrica de louza en Cabral e Coruxo.

 As ex traballadoras/es comezaron unha ruidosa protesta diante dos Xulgados da rúa Lalín pouco despois das dez da mañá, onde permaneceron arredor dunha hora facendo soar bucinas e cacharros e despregaron unha faixa na que se podía ler “Inversiones Subel non paga. GEA solución”. 

 A continuación trasladáronse até o número 12 da rúa Colón para continuar coas mobilización, esta vez ás portas da sede da inmobiliaria Residencial El Rocío, unha das implicadas no proceso de compra do solo sobre o que se levantaba a empresa. Alí despregaron dúas faixas cos lemas “Queremos cobrar” e GEA solución xa” e seguiron a facer ruído golpeando todo tipo de utensilios.

 Máis dunha década agardando  
 Segundo explica o secretario comarcal da CIG-Pontevedra, Inversiones Subel adquiriu, hai xa máis de unha década, a parte dos terreos que ocupaban as instalacións de GEA en Cabral e Coruxo. Estas parcelas correspóndense co 25% dos terreos que lle tocou xestionar á CIG logo de que GEA péchase no ano 2001 sen pagar os salarios e as indemnizacións ao seu persoal.  

 Para facer fronte ás débedas o patrimonio do grupo de empresas foi embargado e adquirido en poxa xudicial polo colectivo de traballadores/as (arredor dunhas 1000 persoas). Neste proceso, á CIG tocoulle xestionar os terreos que ocupaba GEA en Cabral e Coruxo, que foron vendidos en exclusiva a Inversiones Subel.  

 Naquel momento a inmobiliaria pagou unha parte do valor industrial, pero ás afectadas/os aínda lles resta por percibir a diferenza até o valor total que adquiriron os terreos unha vez recualificados como urbanos, tal e como se pactara entre ambas partes.  

 Porén, á lentitude do proceso sumouse o conflito aberto entre Subel e o Concello de Vigo pola recualificación dos terreos, xa que a empresa consideraba que o estabelecido no PXOM (agora derrogado) minguaba a súa marxe de beneficios, iniciando un periplo xudicial que chegou mesmo ao Tribunal Supremo. 

PONTEVEDRA

EVA VILAVERDE ANUNCIA QUE A DEPUTACIÓN ESTUDIA CREAR UN NOVO CENTRO DE ACOLLIDA DE ANIMAIS NO SUR DA PROVINCIA  

A deputada delegada do CAAN destacou o incremento no número de adopcións durante 2016, que alcanzou os 430 cans  

Asegurou que “un can non é un peluche” e instou a só regalar animais nestas datas de Nadal “se é con responsabilidade”   

Eva Vilaverde, deputada delegada do Centro de Acollida e Protección de Animais (CAAN) da Deputación Provincial de Pontevedra
Foto: D. P.

Infogauda / Pontevedra

 A deputada delegada do Centro de Acollida e Protección de Animais (CAAN) da Deputación, Eva Vilaverde, anunciou hoxe que a institución provincial pretende crear un novo centro de acollida de cans na zona Sur da Provincia que complemente ao actual da Armenteira (Meis). “É unha demanda que está enriba da mesa e xa estamos estudando diferentes fórmulas de colaboración con diferentes entidades e colectivos. Durante 2017 haberá novidades a este respecto”, explicou.   

 A nacionalista indicou que o centro actual presta o servizo de recollida e acollemento de cans con gran eficiencia, xa que ten unhas dimensións considerables e está moi ben dotado, pero abarca un territorio moi amplo (49 concellos do Norte, Centro e Sur da provincia). Segundo recoñeceu, existen dificultades á hora dos transportes e recollidas de animais en canto aos tempos, e tamén é máis complexo facilitar as adopciónse poñer en marcha de campañas de concienciación nos concellos que quedan máis lonxe. 

 “Cremos necesario traballar no camiño da descentralización do servizo de recollida de animais e do centro de acollida coa fin de ser aínda máis eficientes”, subliñou Vilaverde, que  destacou que xa se teñen mantido conversas con diferentes asociacións protectoras e entidades públicas para ver como organizar o servizo no sur na provincia dun xeito máis próximo e, por tanto, máis rápido e eficiente.  

 ‘Adopta. Está na túa man’ 
 Vilaverde fixo o anuncio do novo centro de acollida na presentación dos datos do CAAN do ano 2016. Segundo subliñou, ata primeiros de decembro foron adoptados 430 cans, o que supón un grande aumento respecto do ano anterior, cando se conseguiran 320 adopcións. “Podemos estar razoablemente satisfeitos porque o dato é moi positivo, pero se hai adopcións é porque houbo abandonos e é aí onde temos que actuar. Temos que seguir concienciando á xente e facendo máis campañas de sensibilización”, destacou, para lembrar a campaña que se fixo este verán ‘Adopta. Está na túa man’, destinada a fomentar a adopción de cans adultos.  

 Hai unha tendencia á alza do número de animais recuperados e que saen do centro. Neste sentido, ata primeiros de decembro o CAAN entregou este ano 927 animais, sendo 291 dados aos seus propietarios no lugar do aviso por estar correctamente identificados, e 206 recollidos polos donos no propio centro ao non ser posible contactar con eles no momento da captura. No ano 2015 foran 246 os entregados no lugar do aviso, 203 os recollidos polos donos no centro e 320 os adoptados, chegando a 769. O exercicio anterior os cans entregados no lugar foran 170, 177 os recollidos no centro, e 390 os adoptados, facendo un total de 737 animais recuperados. En total, dende o ano 2013 máis de 1.300 cans atoparon un novo fogar grazas ao CAAN. Na canceira hai nestes momentos preto de 600 animais.  

 1.500 intervencións 
 Durante este ano 2016 o CAAN realizou, contabilizando os avisos errados, 1.500 intervencións, unha cifra lixeiramente inferior ao ano pasado. Segundo explicou Vilaverde, os concellos onde máis animais se recolleron foron Sanxenxo (84), A Estrada (78) e Vilanova de Arousa (70), e onde menos foron Arbo (5), A Guarda (9) e Crecente (9).  

 En canto ao porcentaxe de abandonos en función da poboación, chama a atención o dato de Meis, onde se recolleron 63 cans sendo a poboación de 4.844 persoas (cunha porcentaxe de abandonos do 1,30 % cando a media estatal non chega ao 0,30%). A deputada salientou, en calquera caso, que esta cifra débese fundamentalmente a que hai xente que deixa os cans neste municipio para que sexan recollidos, xa que é o concello no que está ubicada a canceira. Seguen en porcentaxe de abandonos -moi elevados- os concellos de A Cañiza con 56 cans recollidos (cunha poboación de 5.234 e unha taxa do 1,07 %) e Barro con 38 cans recollidos (poboación de 3.746 e taxa do 1,01%). Pola súa banda, Vilanova de Arousa está no 0,67% (poboación 10.406), mentres que Sanxenxo está no 0,49 % (poboación 17.314) e  A Estrada no 0,37 % (poboación 20.891).  

 Como datos salientables, a deputada responsable do CAAN destacou que só un 6% dos animais abandonados tiñan microchip–todos saen do centro con el obligatoriamente-, e que un 15% dos recollidos presentaban lesións ou enfermidades graves no momento da súa entrada, derivadas de actuacións neglixentes, maltrato ou accidentes de tráfico, que foron tratadas na súa totalidade polos veterinarios.  

 En canto á persecución do delito, durante o 2016 tramitáronse 80 denuncias por abandono ou maltrato, baixando en 20 con respecto doutros anos, “sendo este un dato positivo posto que as denuncias fanse obxectivamente cando se detectan indicios… o que quere dicir que nos atopamos menos situacións de maltrato animal”, subliñou Vilaverde.   

 Retos para 2017 
 A deputada do CAAN subliñou que ademais da posta en marcha dun novo centro na zona Sur da provincia, o obxectivo da Deputación de cara a 2017 seguirá a ser a concienciación e sensibilización para evitar o abandono dos animais, así como o fomento da adopción. En calquera caso, destacou que haberá un aumento orzamentario (de 375.000 euros a 500.000 euros) para traballar na esterilización dos animais que saen do centro de Armenteira. “Ata o de agora non se podía afrontar ese servizo na súa totalidade, pero a nova Lei de Protección Animal vai nesa dirección. É unha competencia dos concellos e unha enorme dificultade para os que son máis pequenos poder afrontala, por iso a Deputación vai seguir traballando e mellorando a xestión e os servizos que presta aos cidadáns, aos concellos e aos animais”, destacou.   

 Finalmente, e tendo en conta as festas de Nadal nas que estamos, a deputada quixo incidir en que “un can non é un peluche, senón un animal que necesita coidados, que precisa cariño, que precisa un fogar…”. Por isosolicitou a todos os pais e nais, familiares e amigos que o pensen dúas veces á hora de regalar un can nestas festas. “Está moi ben que teñamos mascotas e encantaríanos que se fixese adoptando un can da canceira, pero tense que facer de maneira responsable. Un can é para toda a vida. Non é para pasar as festas de Nadal”.

VILA NOVA DE CERVEIRA

A Poliorcética e o Minho    

                                                                Castelo de D. Dinis

ENCONTROS  POLIORCETICOS


 As próximas palestras agendadas para o mês de Janeiro visam lembrar que estamos num âmbito geográfico propício para  tais, dada a proliferaçom de postos ou enclaves militares ligados ao Medievo e às guerras de Restauraçom. De feito, Vila Nova de Cerveira  constitui  palco ideal para eventos deste tipo, onde a pedra é testemunho de memórias permanentes. Todavia, a montante e  jusante do rio Minho ponteiam reveladores sinais dum passado que, aos poucos e poucos, vai assentando o que a Doutora Rebeca Blanco Rotea define como Arquitetura da Paisagem. 

Interior do Castelo de D. Dinis

 Em Cerveira elencam-se os postos da Atalaia e Forte de Lovelhe, Castelo de D. Dinis e os restos da cerca seiscentista, bem como a lembrança do Castelinho. Na margen direita galega, Forte de S. Lourenço, Forte da Nossa Senhora da Conceiçom e, mais além, o Castelo de Medos. Trata-se de um subsistema mais abrangente, quer em número de enclaves, quer sendo cordal minhoto definido como Raia Húmida. As prospeçons ainda nom terminarom. É pertinente lançar um convite à Escola Superior Gallaecia, de molde a alunos e professores participarem no evento.

 Compete aliás  fazê-lo extensivo a toda a edilidade minhota desde já e ao público em geral. Condizente com estes Encontros Poliorcéticos, referir a concomitância que possam ter num esforço redobrado para o éxito da Candidatura de Elvas, Marvao, Almeida e Valença do Minho a Património da Unesco. Encontro, Apoio e Participaçom som neste momento palavras gêmeas. Finalmente, fazer vir ao de cima velhos anseios de todos, como aquele Projeto de Reabilitaçom do Forte de Lovelhe (de Luis Lopes e assesorado pola Doutora Paula Ramalho) ou a desmatagem e restauro da Bateria da Mata. 

PONTEVEDRA

O PP propón ao Bipartito provincial crear unha liña específica para repoñer a herba sintética nos campos máis deteriorados   

Recordan que os primeiros campos construídos xa teñen dez anos, que é o tempo de vida útil que normalmente garanten estes tapices cun uso intensivo. 

Ángel Moldes esixe ao goberno que sexa previsor, e que convoque axudas independentes ao Plan Concellos.
  
 Ángel Moldes Martínez, voceiro do grupo provincial do Partido Popular

Infogauda / Pontevedra

 O grupo provincial do Partido Popular defenderá no pleno de mañá mércores día 28 de decembro, que a Deputación de Pontevedra cree unha liña específica para facer fronte ao mantemento e á reposición da herba sintética nos campos de fútbol máis deteriorados da provincia. O voceiro dos populares, Ángel Moldes Martínez, considera que é necesario que convoquen unhas axudas independentes ao Plan Concellos, polo que esixirá ao goberno bipartito que sexa previsor e que reserve nos orzamentos de 2017 unha partida para facer fronte a este gasto.   

 Así se defenderá nas alegacións que os populares presentaron aos orzamentos de 2017, pero tamén nunha das mocións que defenderá o PP. Ángel Moldes apunta que os primeiros campos de herba sintética construídos na provincia xa teñen dez anos, que precisamente é o tempo de vida útil que se garante cando hai un uso intensivo do terreo de xogo. Por iso, o plan que propoñen permitiría comezar a cambiar a herba sintética nos campos nos que o seu deterioro estea xustificado tecnicamente, e dando prioridade aos máis antigos.   

 O voceiro destaca, ademais, que está demostrado que a construción dos campos de herba sintética por parte da Deputación de Pontevedra foi un proxecto pioneiro en toda Galicia. E recorda que hai máis de cen campos de herba sintética  na provincia, que permitiron aumentar de xeito notable o número de licencias, pero sobre todo, o número de escolas deportivas e de nenos e nenas que practican este deporte nunhas instalacións modernas e de calidade. 

 Ademais, entende que este tamén sigue sendo un proxecto importante na actualidade, como así o demostra que o actual goberno bipartito formalizase convenios co Concello de Pontevedra para a construción de dous novos campos e con Vigo para, precisamente, o mantemento dos tapices máis deteriorados.  

 Ángel Moldes apunta que na actualidade existen concellos que están destinando parte do Plan Concellos para repoñer o céspede, o que provoca que teñan que renunciar a prestar outros servizos ou investimentos. Considera que esta vai ser unha práctica xeral no vindeiro ano, como así llo trasladaron alcaldes e os propios clubs deportivos nas reunións que o PP está organizando polas comarcas, e nas que amosaron a súa preocupación por como afrontar os custes para repoñer a herba sintética.  

 Por iso insisten os populares que é fundamental que a Deputación de Pontevedra e o goberno bipartito se adiante a esta situación e xa reserve nos orzamentos do próximo ano unha partida económica específica.

PONTEVEDRA

O DEPARTAMENTO PROVINCIAL DE CULTURA E LINGUA LEVOU MÁIS DE 200 ACTUACIÓNS AOS CONCELLOS DA PROVINCIA 

A través dunha intensa programación de teatro, exposicións, música, contacontos e obradoiros infantís, todos os concellos viron complementadas as súas programacións  

Por primeira vez, as localidades tamén contaron cunha liña de axudas específicas en materia de normalización e dinamización do galego, á que se lle engadiron as de sinalización de elementos patrimoniais, e rehabilitación do patrimonio histórico e artístico 

O deputado provincial de Cultura, Xosé Leal, na presentación de Expo Retranca
Fotos: D. P.

Infogauda / Pontevedra

 "Ter en conta a todos e cada un dos concellos da provincia, e asegurarnos así de que a toda a poboación poida gozar de propostas culturais de calidade, profesionais, actuais, e que dean cabida e poñan en valor os grupos e formacións da provincia nas distintas disciplinas, foi o motor da colaboración entre Deputación e concellos no eido cultural" sinala o deputado provincial de Cultura e Lingua, Xosé Leal, no balanzo do realizado polo seu departamento durante este exercicio. En actuacións directas como complemento ás programacións locais, a Deputación achegou un total de 210 actuacións entre exposicións, contacontos, musica, teatro e obradoiros infantís.  

 Ademais, no apartado de apoio aos concellos tamén contabiliza a liña de axudas específicas para normalización e dinamización da lingua; a liña de axudas para sinalización dos elementos patrimoniais; e a liña de axudas para rehabilitación do patrimonio histórico e artístico. O balanzo complétase co apoio do departamento provincial de Cultura e Lingua aos concellos que optaron por participar no Culturgal conxuntamente coa Deputación por segundo ano consecutivo, e coas achegas do Servizo provincial de Publicacións ás bibliotecas e puntos de lectura municipais. 

 "Neste exercicio iniciamos un novo xeito de traballar, da man dos concellos, como nos corresponde, sumando esforzos para que toda a sociedade, viva onde viva, teña un acceso real á cultura de calidade e profesional" indica Xosé Leal. Engade, ademais, que "penso que puxemos de manifesto a calidade de multitude de propostas, unhas de pequeno e outras de gran formato, con variedade de disciplinas, e priorizando as que proceden de profesionais e formacións radicadas na nosa provincia".  

 Programacións 
 Co obxectivo de atender a todas as disciplinas artísticas que cultivara Castelao, nun ano no que as efemérides relacionadas co autor rianxeiro foron o leit motiv da programación cultural do ente provincial, a programación centrouse en dous grandes eixos. Dunha banda, deseñouse una primeira quenda de accións que incluía 4 exposicións que versaban sobre patrimonio arqueolóxico, humor gráfico, cómic e bandas de música; o ciclo de contacontos "Contando cousas e cousiñas" no que participaron Bea Campos, Cándido Pazó, Celso Fernández Sanmartín e Raquel Queizas; un ciclo de música "Cantares de preto e de lonxe" con Alba María, Emilio Rúa, Tino Baz e Manoele de Felisa, con cantares de cegos a cargo de Luis Caruncho e Carlos do Viso, e a Banda Migallas. Por último, incluía obradoiros infantís: un sobre máscaras a cargo de Viravolta Títeres, e outro de pintado de camisolas impartido por ReiZentolo.  

 O segundo grande eixo programático foi o composto polas propostas teatrais. En referencia á única obra dramática de Castelao "Os vellos non deben de namorarse" e ao papel icónico que dita obra adquiriu na historia e na teoría do teatro galego, deseñouse un calendario de actuacións encamiñado a achegar, actualizar e recuperar a figura do autor rianxeiro por toda a provincia. Este programa, variado en enfoques e moi diverso en canto a linguaxes e formatos, foi levado a cabo por 5 compañías profesionais. Limiar Teatro representou, nunha xira durante os meses de verán que percorreu os 62 concellos, a obra 'A lingua na boca. Letras, Riscos e Pensamentos de Castelao'. Culturactiva achegou, a 10 concellos e no último trimestre, a obra protagonizada por Fran Rei e Isabel Risco "Retrincos de Castelao'. Pola súa banda, Cándido Pazó levou 'Que comerá o Rei?' por cinco concellos entre xullo e decembro; e Teatro do Morcego volveu representar en 10 concellos 'Os vellos non deben de namorarse', nunha versión de gran formato que subiu ao escenario a 10 actores e actrices. Mentres que a compañía Migallas representou en cinco concellos 'Pegadas de Castelao', unha obra dirixida a todos os públicos. 

Participantes de Poio, no espectáculo protagonizado polo 'Apalpador' 

 A estas dúas programacións directamente ligadas ao Ano Castelao, hai que engadir as actuacións contempladas no programa "Nadal en Galego", que está a levar a 27 concellos da provincia un espectáculo protagonizado polo 'Apalpador' para fomentar entre a rapazada o coñecemento sobre a cultura e a tradición galegas vinculadas ao Nadal. 

 Liñas de axudas 
 O Servizo de Cultura e Lingua da Deputación de Pontevedra habilitou neste exercicio unha convocatoria novidosa, xa que por primeira vez convocou axudas para a dinamización lingüística dirixidas aos concellos e outras entidades locais da provincia, por un importe total de 150.000 euros, co obxecto de consolidar o uso do galego como lingua de traballo e comunicación nos concellos e nas súas relacións coa cidadanía. Grazas a esta axuda, 36 concellos e á Entidade Local Menor de Bembrive tiveron apoio económico para os seus programas de dinamización da lingua ou para crear ou manter o departamento de Normalización Lingüística. A maioría das entidades solicitantes optaron polos programas de dinamización da lingua, un total de 30, mentres que 7 solicitaron axuda para o servizo de normalización.  

Xosé Leal na apertura de Expo Cómic

 Nas liñas de apoio aos concellos, o departamento de Cultura de Lingua habilitou dúas máis: dunha banda, a destinada a rehabilitación e restauración de elementos patrimoniais e, doutra, a dirixida a actualizar e mellorar a sinalización do patrimonio histórico e cultural. Mediante esta segunda convocatoria promoveuse un apoio económico para que os concellos puidesen asumir o gasto derivado da sinalización dos seus recursos patrimoniais e bens de interese cultural, así como dos elementos relacionados coa memoria histórica, no que se incluíu a colocación de novos sinais ou a substitución dos obsoletos ou deteriorados. Entre os elementos patrimoniais contemplábanse bens inmobles de interese municipal, conxuntos urbanos, xacementos e zonas arqueolóxicas, contornas naturais, xardíns e parques con recoñecido valor arquitectónico, histórico e/ou antropolóxico, artístico e/ou etnográfico, dentro do ámbito territorial da provincia de Pontevedra.  

 Outras accións de apoio 
 Ao igual que no pasado exercicio, a Deputación volver a darlle a oportunidade aos concellos de participar no Culturgal, por entender que as ofertas culturais das localidades deben ter a oportunidade de participar presentes na maior feira especializada do país. Así, o departamento de Cultura e Lingua volveu colocar un posto no que participaron un total de 35 os concellos da provincia con material e iniciativas relacionadas co Patrimonio, e que incluía tanto material impreso como documentos audiovisuais. Ademais, nesta edición, o posto da Deputación foi o escenario, con gran acollida de público, dun programa de micropresentacións no que os concellos tiveron a oportunidade de amosar a súa riqueza patrimonial. 

 Por último, e a través do Servizo de Patrimonio Documental e Bibliográfico e de xeito estable, as 117 bibliotecas e axencias de lectura municipais contan con doazóns periódicas tanto dos títulos editados a través deste servizo como doutros de especial interese como son os relacionados coas efemérides do Día das Letras Galegas ou, neste ano, con Castelo e o público infantil.