23 de abr. de 2026

DEPORTES

Fútbol gaélico feminino

Gróvias FG conquista a súa primeira liga galega


Equipa de fútbol gaélico feminino Gróvias FG 
Foto: G.F.G.

Redacción Deportes / A Guarda

 A equipa de fútbol gaélico feminino Gróvias FG proclamouse campioa da liga galega este mércores 22 na Guarda, logrando o primeiro título da súa curta historia.  

 O partido, correspondente a última xornada, enfrontaba nunha auténtica final as dúas candidatas a facerse coa competición, a equipa local e Auriense FG. Auriense FG era a equipa con máis posibilidades para facerse co título, o valerlle incluso unha derrota de por até 8 puntos. Pola contra, Gróvias FG estaba obrigada a gañar por 10 puntos ou máis.  

 Desde o primeiro momento a equipa local impuxo un ritmo moi alto de partido, o que lles permitiu ir abrindo brecha no marcador, chegando cunha vantaxe de 15 a 3 puntos ao descanso.  

 A segunda parte comezou sendo favorable tamén a Gróvias, pero as visitantes fóronse metendo pouco a pouco no partido, resultando o final do partido nun emocionante 29 – 18.  

 Con esta vitoria, Gróvias faise co título ligueiro tras un empate a 24 puntos na táboa clasificatoria con Auriense, no que un +2 na diferenza de goles directa foi o que inclinou a balanza para a equipa local.  

 Todo un éxito para o deporte do Baixo Miño, logrando unha liga nunha disciplina na que aínda non se acadara ningún título.  

A GUARDA

O Concello da Guarda avanza na prolongación da rúa Baixo Muro  

A prolongación permitirá unha mellor accesibilidade evitando tramos de escaleiras e costas 


Cando se execute a urbanización proxectada, A Congostra comunicará as rúas Baixo Muro e A Ireira



Infogauda / A Guarda

 No día de hoxe, xoves, 23 de abril de 2026, o executivo municipal que preside o alcalde Roberto José Álvarez Carrero, vén de facer pública á seguinte nota:

 "O Concello da Guarda avanza na prolongación da rúa do Baixo Muro e a súa conexión coa rúa Ireira. Tras a compra no 2025 da propiedade da rúa Ireira,10, o Concello solicitou este ano á Deputación de Pontevedra unha subvención de 106.000€, a través do Plan +Provincia, para o comezo da execución do proxecto.  

 Con este proxecto a rúa do Baixo Muro obterá unha mellor accesibilidade, evitando tramos de escaleiras que dificultan ou impiden o paso de persoas con mobilidade reducida, cadeiras de rodas ou carriños infantís. Ademais, tamén facilita o acceso da veciñanza á praza de abastos, eliminando as barreiras arquitectónicas e reducindo os tempos.  

 O proxecto contempla a demolición da parcela da propiedade, instalando un par de bancos e pequenas árbores para embelecer a rúa e proporcionar unha pequena zona de descanso".

Nota da Redacción de Infogauda

 Ainda que non todas as persoas veciñas de A Guarda o saiban, o camiño que vai desde as escaleiras da rúa rúa Colón - na cota da rúa Baixo Muro - en dirección a rúa Ireira, chámase A Congostra, segundo varias referencias orais recollidas pola Redacción deste xornal transfronteirizo. Coidamos que sería oportuno conservar ese topónimo no acervo guardés.

A GUARDA

María Couso impartirá na Guarda unha charla sobre o impacto da tecnoloxía na infancia 

 O próximo xoves 30 de abril, ás 18:00h no Centro Cultural




Infogauda / A Guarda

 O próximo xoves 30 de abril, ás 18:00h o Centro Cultural acollerá a charla “Cerebro e pantallas”. Será impartida por María Couso, especialista en neuroeducación, e está dirixida a todas as familias, profesorado e persoas interesadas no desenvolvemento infantil.  

 Trátase dunha acción divulgativa sobre o impacto real da tecnoloxía na infancia e adolescencia, descubrindo como afecta á memoria e aprendizaxe, os riscos… Ademais, tamén se darán recomendacións prácticas para as familias, así como estratexias para un uso saudable e equilibrado.

 A actividade contará con servizo de coidado de nenoas/as de balde, organizado polas ANPAS dos centros escolares da Guarda e o Concello.

A GUARDA

A OMIX da Guarda organiza un obradoiro de cianotipia 




Infogauda / A Guarda

 A Oficina Municipal de Información Xuvenil (OMIX) do Concello da Guarda continúa coa organización de obradoiros gratuítos para diversificar a oferta do ocio da mocidade na nosa vila. Para o sábado 9 de maio, a partir das 10:00h, haberá un obradoiro de cianotipia.  

 A cianotipia é un proceso fotográfico histórico e artesanal que emprega a luz solar para crear impresións únicas e personalizadas no seu característico ton azul prusiano.  

 Neste obradoiro aprenderase a preparar o papel fotosensible, facer composicións con obxectos naturais e cotiás e a sometelas ao proceso de “revelado” con auga. Cada participante poderá facer ata catro pezas (de ata 15x15cm, A5 e A4; e un marcapáxinas).  

 As prazas son limitadas e terá prioridade a mocidade, aínda que estará aberto ao público xeral se hai prazas. A inscrición estará aberta desde o luns 27 de abril a través do correo electrónico da OMIX: informacion@aguarda.es

CAMINHA

CINEMA

Boletim da Sessão nº 683 - “O Caso Spotlight” de Tom McCarthy 

Sexta-feira, 24 de abril às 21:45 no Teatro Valadares

ATENÇÃO: Lotação Limitada. Entrada Gratuita.


Locus Cinemae / Caminha

 A equipa “Spotlight” do jornal “Boston Globe” era formada por um conceituado grupo de jornalistas de investigação. Em finais de 2001, vêem-se a braços com um caso em que vários padres da Igreja Católica são acusados de abusos sexuais a crianças da comunidade.  

 Ao investigarem a fundo, dão-se conta de décadas de encobrimento que envolve os mais altos níveis das instituições da cidade de Boston, seja a nível religioso ou mesmo político. Decididos a mostrar a verdade e a levar os responsáveis a tribunal, a equipa de jornalistas empenha-se em encontrar provas irrefutáveis. Para isso, entrevista vítimas, procura dados de arquivo e contrapõe testemunhos ao mesmo tempo que se vê obrigada a fazer frente ao sigilo da instituição eclesiástica. Este caso de pedofilia, que chegou às primeiras páginas dos jornais de todo o Mundo, abalou profundamente a Igreja Católica. Desde então, vários casos similares foram tornados públicos, muitas vítimas contaram as suas histórias e muitos padres foram condenados. Com esta investigação, o jornal “Boston Globe” venceu o Prémio Pulitzer por serviço público.  

 Realizado por Thomas McCarthy (“O Sapateiro Mágico”) e com Mark Ruffalo, Michael Keaton, Rachel McAdams, John Slattery, Stanley Tucci, Brian d’Arcy James, Liev Schreiber e Billy Crudup nos papéis principais, um drama biográfico que se baseia num caso real que chocou a opinião pública.      

cinecartaz.publico.pt/filme/o-caso-spotlight-355999     

FICHA TÉCNICA:  

Título original: “Spotlight”, EUA, 2015  

Realização: Tom McCarthy  

Produção: Blye Pagon Faust, Steve Golin, Nicole Rocklin, Michael Sugar  

Argumento: Tom McCarthy, Josh Singer  

Música: Howard Shore  

Fotografia: Masanobu Takayanagi  

Montagem: Tom McArdle  

Companhias produtoras: Participant Media, First Look Media, Anonymous Content, Rocklin/Faust Productions, Spotlight Film  

FICHA ARTÍSTICA:  

Mark Ruffalo – Michael Rezendes  

Michael Keaton – Walter “Robby” 

Robinson  Rachel McAdams – Sacha Pfeiffer  

Liev Schreiber – Marty Baron  

John Slattery – Ben Bradlee Jr.  

Brian d’Arcy James – Matt Carroll  

Stanley Tucci – Mitchell Garabedian



                                        

Programação      

Ciclo Uma Questão de Justiça   

24 de abril , “O Caso Spotlight”, Tom McCarthy,  EUA, 2015, Sessão 683 (M/14)     

Ciclo Sombras do Passado   

01 de maio, “Convite para a Morte, René Clair, EUA, 1945, Sessão 684 (s/ classificação)  

08 de maio,  “A Sombra do Caçador, Charles Laughton, EUA, 1955, Sessão 685 (M/12)  

15 de maio, “A Velha Descobre o Crime, Georges Pollock, Reino Unido, 1963, Sessão 686 (s/ classificação)  

22 de maio, “Segredos e Mentiras”, Mike Leigh, Reino Unido / França , 1996, Sessão 687 (M/12)  

29 de maio, “Três Cartazes à Beira da Estrada”, Martin McDonagh, Reino Unido / EUA, 2017, Sessão 688 (M/16)   



Da sessão anterior:

CAMINHA

“Um livro, uma conversa e às vezes um filme” apresenta o filme “As Meninas Exemplares”, de João Botelho

 A sessão terá lugar dia 2 de maio, pelas 15H00, no Valadares, Teatro Municipal de Caminha. A entrada é gratuita




Infogauda / Caminha

 Em maio, a iniciativa “Um livro, uma conversa e às vezes um filme” vai apresentar o filme “As Meninas Exemplares”, de João Botelho, um cruzamento entre o cinema, a literatura e a reflexão artística. A sessão terá lugar dia 2 de maio, pelas 15H00, no Valadares, Teatro Municipal de Caminha. A entrada é gratuita.

 A sessão contará com a presença do realizador João Botelho, convidado especial, e será apresentada por António Roma Torres, proporcionando ao público um momento de diálogo e reflexão em torno da criação cinematográfica, da adaptação literária e dos processos artísticos.

 O filme “As Meninas Exemplares” é uma adaptação cinematográfica de João Botelho, da obra homónima da Condessa de Ségur, uma referência incontornável da literatura clássica.

 Do elenco fazem parte os atores: Leonor Silveira, Margarida Marinho, Rui Morisson, Rita Blanco, Catarina Wallenstein, Ana Bustorff, Crista Alfaiate, Victória Guerra e João Pedro Vaz.

 Na sinopse do filme pode ler-se: “Realizado por João Botelho, uma adaptação do clássico infanto-juvenil da autoria de Sophia Rostopchine, escritora russa mais conhecida como Condessa de Ségur. Publicado pela primeira vez em 1858, é o segundo livro de uma trilogia sobre os valores da sociedade francesa, composta também por As Desventuras de Sofia e As Férias. Segundo Botelho, que se inspirou neste clássico, “a ideia é ser um divertimento e uma homenagem a Paula Rego (1935-2022), uma grande pintora. E é uma homenagem ao cinema de que eu gosto”. Assim, o projecto celebra igualmente a arte de uma das mais celebradas pintoras portuguesas. Com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian e da Casa das Histórias, As Meninas Exemplares vai percorrer um circuito de cineteatros e auditórios por todo o país, acompanhado por uma exposição com o mesmo nome que reúne 20 obras da artista. Conhecido por adaptar grandes obras da literatura nacional, Botelho realizou "A Corte do Norte" (2008), baseado no livro homónimo de Agustina Bessa-Luís; inspirou-se na célebre obra de Eça de Queirós para "Os Maias - Cenas da Vida Romântica" (2014); filmou "Peregrinação" de Fernão Mendes Pinto; assinou "O Ano da Morte de Ricardo Reis" (2020), a partir do romance de José Saramago; e apresentou-nos "Um Filme em Forma de Assim" (2021), em torno do escritor Alexandre O’Neill”.

 Com entrada gratuita, esta iniciativa permite, ao mesmo tempo, ver cinema, conversar e pensar na relação que existe entre literatura, arte e criação contemporânea, num ambiente de proximidade entre autores e público.

 A organização é do Município de Caminha, em parceria com os Amigos da Rede das Bibliotecas de Caminha. 

O ROSAL

Libros como lugar de encontro no Rosal   

 O Concello organiza este domingo 26 a IV Feira do Libro de Segunda Man cun amplo programa de actividades para todos os públicos



  

Infogauda / O Rosal  

 Un libro nunca remata cando alguén o pecha por última vez. O Rosal conmemora o Día do Libro dándolle unha segunda vida a moitos exemplares coa celebración dunha nova edición da Feira do Libro de Segunda Man, unha cita xa consolidada que volverá converter o municipio nun espazo de encontro arredor da lectura, a reutilización e a cultura compartida. 

 Este domingo 26 a praza do Calvario acollerá esta cuarta edición, que abrirá as súas portas de 11.00 a 20.00 horas e reunirá a numerosas asociacións locais que porán á venda libros procedentes de diferentes doazóns. Unha oportunidade única para atopar títulos a prezos accesibles, darlles unha nova vida e fomentar valores como a economía circular e o acceso democrático á cultura. 

 Ao longo da xornada, a programación completarase cunha ampla oferta de actividades pensadas para todos os públicos. A partir das 12.00 horas haberá propostas de xogos, manualidades e actividades ‘Entre libros’ con Eu Creativa e o artista e director do CPI Manuel Suárez Marquier Xosé Tomás impartirá un obradoiro de banda deseñada con prazas limitadas. Xa pola tarde, ás 17.00 horas haberá pintacaras a cargo da Agrupación Musical do Rosal e ás 18.00 horas o contacontos ‘Lúa triangular, nada é imposible’, con Jara Ortiz. Ademais, a asociación San Xerome Emiliani organizará un obradoiro de chapas durante a feira. Ademais, tamén haberá un posto de flores para manter viva a tradición de celebrar a xornada agasallando con libros e flores. 

 Para a alcaldesa do Rosal, Ánxela Fernández Callís, a Feira do Libro de Segunda Man “demostra que a lectura tamén pode ser un acto colectivo, no que compartir, descubrir e dar novas oportunidades aos libros forma parte dunha maneira máis sostible, accesible e participativa de entender a cultura e onde o noso tecido asociativo é coma sempre unha peza esencial”.  

 Pola súa banda, o concelleiro de Cultura, Carlos Villanueva, quixo tamén poñer en valor o papel das asociacións e agradeceu a súa participación e implicación. “Detrás desta feira hai moito traballo comunitario e unha implicación que fai posible que cada exemplar teña unha nova historia. É unha forma de achegar a lectura desde a proximidade, con propostas para todas as idades e gustos”, recalcou. 

 Desde o Concello anímase á veciñanza a achegarse e participar nesta xornada, pensada para desfrutar sen présa, descubrir novas lecturas e compartir o pracer dos libros nun ambiente aberto e dinámico. Porque ás veces, a mellor historia é aquela que está esperando por unha segunda oportunidade.

CULTURA

O Play-Doc de Tui chega á súa 22ª edición co apoio da Xunta conectando memoria, creación actual e futuro do cinema galego e internacional 

 O certame celebrarase do 29 de abril ao 3 de maio cunha competición internacional con obras recentes do cinema contemporáneo de todo o mundo  

 A programación galega volve ocupar un lugar central a través dun apartado específico a concurso, da sección ‘Sombras’ e do espazo ‘Coming Soon’ para proxectos en desenvolvemento  

 A liña de subvencións da Xunta para festivais audiovisuais incrementou este ano a súa dotación ata os 310.000 euros, un 3,3% máis que en 2025, co que se contribúe á estabilidade de citas estratéxicas como o Play-Doc 

 

O director da Axencia Galega das Industrias Culturais participou na rolda de prensa de presentación do programa completo da 22ª edición do festival

Foto: C.T.

Infogauda / Tui

 O festival Play-Doc desenvolverá do 29 de abril ao 3 de maio en Tui a súa 22ª edición para conectar memoria, creación actual e futuro do cinema galego e internacional, continuando así a celebración dun encontro que vén contando en cada entrega co apoio da Xunta de Galicia a través das subvencións a este tipo de citas do ámbito audiovisual. Esta vía de colaboración, cuxa dotación medrou en 2026 ata os 310.000 euros, un 3,3% máis ca no ano anterior, contribúe á estabilidade dun circuíto de citas estratéxicas para o sector, no que se insire o propio certame tudense ademais doutras citas profesionais de referencia.  

 Así o manifestou hoxe o director da Axencia Galega das Industrias Culturais, Jacobo Sutil, na presentación do programa completo do festival, un acto no que participou xunto a Ángel Sánchez, codirector do Play-Doc xunto a Sara García, Beli Martínez, responsable da programación da sección Galicia, e demais representantes institucionais.  

 Na súa intervención, Jacobo Sutil salientou a traxectoria do Play-Doc como unha das citas de referencia do calendario audiovisual galego e puxo en valor o labor sostido polo festival durante máis de dúas décadas na difusión da non ficción, na apertura a novas linguaxes cinematográficas e no acompañamento ao talento. O representante da Consellería de Cultura, Lingua e Xuventude subliñou tamén a importancia de consolidar espazos que, como o Play-Doc, combinan exhibición, pensamento, industria e proxección exterior para a creación galega, “liña coa que conectamos especialmente desde a Xunta e que cada ano se afianza máis claramente no marco deste encontro”, engadiu.  

Cinema galego con identidade propia 

 No ámbito galego, a programación desta edición volve ocupar un lugar central cunha Competición Galicia que reúne títulos de Xiana do Teixeiro, Roi Fernández, Xacio Baño, Adrián Canoura, Cristina Souto, Hugo Amoedo, Bea Lema, Berio Molina e Chloé Lecci López, entre outras voces. O festival mantén, ademais, a sección Sombras, dedicada nesta ocasión á recuperación da figura de Rafael Luca de Tena, e unha nova edición de Coming Soon, espazo no que se presentarán proxectos galegos en desenvolvemento. O Play-Doc continúa a reforzar así a súa función de escaparate e plataforma de difusión relevante para a produción audiovisual do país e como punto de encontro para novas obras e profesionais.  

 Baixo a organización da Asociación Cultural Enfoques, a estrutura xeral do Play-Doc 2026 artéllase arredor da Competición Internacional, que reunirá unha selección de obras recentes do cinema contemporáneo procedentes de distintos contextos e xeografías, con títulos de Europa, América, África e Asia e formatos que van da curtametraxe á longametraxe, pasando polas novas tendencias e soportes.  

 Xunto a este apartado central, o festival ofrecerá retrospectivas, propostas patrimoniais e un programa profesional e formativo, unha nova edición do Laboratorio de proxectos VENTURA (que conta cunha subvención específica da Xunta de Galicia para a súa realización), encontros sobre coprodución internacional, intelixencia artificial e son no cinema, así como actividades expandidas que teñen lugar no Teatro Municipal de Tui como sede principal e noutros espazos da localidade.

TUI

Allegue destaca o papel clave da enxeñaría na planificación das infraestruturas e a cooperación na Eurorrexión Galicia-Norte de Portugal 

Puxo en valor a colaboración da Consellería co Colexio de Enxeñeiros de Camiños, Canais e Portos, baseada na lealdade institucional e no respecto ao criterio técnico, “con proxectos concretos que están a transformar Galicia”


A conselleira de Vivenda e Planificación de Infraestruturas participou na conmemoración dos 25 anos de relación entre o Colexio de Enxeñeiros de Camiños, Canais e Portos e a Ordem dos Engenheiros de Portugal, que tivo lugar na ponte internacional en Tui


Infogauda / Tui

 Allegue destaca o papel clave da enxeñaría na planificación das infraestruturas para mellorar a competitividade económica e a calidade de vida da cidadanía e a cooperación na Eurorrexión Galicia-Norte de Portugal. Así o salientou a conselleira de Vivenda e Planificación de Infraestruturas, que participou na conmemoración dos 25 anos de relación entre o Colexio de Enxeñeiros de Camiños, Canais e Portos e a Ordem dos Engenheiros de Portugal, que tivo lugar na Ponte Internacional en Tui.  

 Subliñou que os enxeñeiros son un piar esencial na proxección, na construción, no desenvolvemento, pero tamén na conservación das infraestruturas. Puxo en valor o traballo deste sector, que contribúe a cohesionar o territorio, fomentar a accesibilidade e reforzar a seguridade viaria nos desprazamentos.  

 Lembrou que a Consellería de Vivenda e Planificación de Infraestruturas vén mantendo unha colaboración estreita co Colexio de Enxeñeiros de Camiños, Canais e Portos, baseada na lealdade institucional e no respecto ao criterio técnico, “con proxectos concretos que están a transformar Galicia”.  

 Fixo fincapé en que “se avanza mellor cando se fai de maneira conxunta, con planificación, con rigor técnico, con colaboración leal e vocación de servizo público”. Citou como exemplos desa cooperación a Eurorrexión Galicia-Norte de Portugal e a Eurocidade Tui-Valença do Minho.  

 Ademais, aproveitando a abordaxe hoxe da importancia das infraestruturas, reiterou ao Goberno central a necesidade do rescate e transferencia da autoestrada que vertebra a  Comunidade, a AP-9, que “precisamente arranca ou remata, segundo se mire, en Tui”.

TUI

A Biblioteca Municipal de Tui incrementa a calidade dos seus servizos 

 A renovación de equipos informáticos e a instalación dun buzón para devolucións de libros entre as melloras realizadas 


A concelleira de Cultura do Concello de Tui, Sonsoles Vicente Solla, con Rafael Sánchez Bargiela, na presentación de diversas melloras realizadas na Biblioteca Municipal tudense
Foto: C.T.


Infogauda / Tui

 Hoxe, 23 de abril, coincidindo coa celebración do Día do Libro, a concelleira de Cultura do Concello de Tui, Sonsoles Vicente Solla, vén de presentar diversas melloras realizadas na Biblioteca Municipal tudense co obxectivo de incrementar a calidade do seus servizos.  

 Así por unha parte o Concello procedeu á renovación do equipamento informático de uso público con tres novos ordenadores de sobremesa e tres portátiles á disposición dos usuarios da Biblioteca.  

 Por outra parte co obxectivo de facilitar a devolución dos libros as 24 horas día foi instalado un buzón para a devolución destes exemplares no exterior da Biblioteca a carón da zona axardinada da fachada principal do edificio Francisco Sánchez.  

 Outra das melloras realizadas abrangue a incorporación de novo mobiliario para a biblioteca, en concreto un expositor de novidades e un carro transporta libros para facilitar o traballo do persoal.  

 Tamén foi adquirido un moble expositor para a colección de pósters da biblioteca de cinema Daniel Domínguez, que se atopa no centro bibliotecario.  

 A concelleira de Cultura, Sonsoles Vicente, amosa a súa satisfacción por estas melloras que redundan nunha mellor calidade destes servicios bibliotecarios, destacando especialmente a renovación completa dos equipos informáticos a disposición dos usuarios pois deste xeito garanten o acceso á información de todos os cidadáns, unha das funcións encomendadas ás bibliotecas públicas.

TUI

Arredor do Ferruxo 


Manuel Vázquez de la Cruz, O Ferruxo, nun momento da presentación do libro Arredor do Ferruxo
Foto: Cedida

Fernando Salgado Varela 

 Manuel Vázquez de la Cruz, O Ferruxo, é un home de mecha curta. Un día de outono de 2025 non se me ocorreu mellor idea que propoñerlle que recompilase unha selección da súa extensa obra —algunha publicada, outra inédita— nun libro. Respondeu cunha contraproposta: aceptaría o reto se afrontabamos xuntos o proxecto editorial. A isto, engadiu un segundo requisito: teriamos que apostar polo eclecticismo. Como eu xa estaba implicado, non tiven máis remedio que aceptalo. Día tras día comezaron a chegar ao meu correo textos que el me enviaba. A conexión sempre foi fluída. A medida que os lía, a admiración polo meu compañeiro de aventuras medraba e, como adoita acontecer nestas situacións, queres compartir o descubrimento, porque cando o fas a satisfacción medra. Pola miña banda; despexei a miña mesa, comecei a afondar nos arquivos e nos armarios buscando historias que quedaran atrás co paso do tempo e a escribir novas pezas para cumprir o compromiso que contraera. 

 Unhas semanas despois, mentres subiamos, os dous e Loli Quinteiro Lorenzo, por unha estrada tortuosa cara a San Bento do Cando, entre a néboa e a choiva, chegamos a outro acordo por unanimidade: ofrecerlles aos nosos amigos a oportunidade de participar no proxecto, plasmando por escrito o noso compromiso coa paz e o noso rexeitamento a todas as guerras, de honrar a todas as persoas que foron vítimas do franquismo, de esixir xustiza social e rexeitar calquera manifestación de sexismo ou racismo. 

 A colaboración de Raquel Páramos Escapa, Eva Páramos Viñas, Ángeles Comesaña, Xoa Francés Valverde, Anan Abdalah, Paula Álvarez Silva, Fátima R. Sío, Manuela Gabaldón, María Begoña Vicente Sobrino, María Belén Martínez-Estéllez, Basilio Barrocas, Juan Conde Gouzón, Kelson Lima de Boa Esperança, Nuna Vasconcelos, Olinda Fernandes, Natalia Lago Bravo, Silvia Liliana Soutelo Lameiro, Rafael Bargiela, Enrique Cabaleiro González, Loli Castiñeira Alén, Calros Solla, Héitor Picallo Fontes, Loli Quinteiro, Manuel Fortes Besada, Paula Cascallar Latorre e Augusto Metztli fixo posible que compuxeramos un amplo e variado mosaico de historias, relatos, crónicas e poemas, que ten un fío condutor: o noso compromiso co humanismo e fronte a barbarie. 

 Éramos islas y ahora somos urgentes archipiélagos, escribiu Mario Benedetti. Éramos dous e agora somos vinte oito cidadáns do mundo que queremos construír pontes nestes tempos escuros nos que se erixen muros, porque temos claro un principio: a terra é terra en todas partes e a nosa patria é a liberdade. Vimos de Portugal e Galicia, de Estremadura e Santo Tomé e Príncipe, de León e Palestina. Vimos México. Somos obreiros da palabra. 

 Escribimos en galego, castelán e portugués sobre aqueles que despois de sufrir os desastres da guerra tiveron que vivir un longo tempo de silencio que se prolonga até hoxe, porque, non nos enganemos, a memoria é selectiva e clasista: mentres os nomes dalgúns figuran en rúas e prazas, doutros moitos ninguén se acorda. Este libro é un acto de amor á vida e á xente do común, de memoria  e sentimento. Que fuxe dos dogmatismos. Non pedimos subvencións para sacar adiante Arredor do Ferruxo  e tampouco permiso a ninguén, somos libres e sabemos que é mellor camiñar entre os toxos que desfilar diante da autoridade competente, a de hoxe, a de onte e tamén a de mañán. Nada nos hipoteca. 

 Me parezco al que lleva el ladrillo consigo para mostrar al mundo cómo era su casa. Outra vez boto man de Mario Benedetti e é para contarvos que son indíxena de Cerdedo, un pobo resignado á derrota e tendido como un viejo que se muere, como canta José Feliciano. Un pobo sen alma onde non se cumpliu a Lei de Memoria (aprobada no ano 2007)  nin  se cumple a Lei de Memoria Democrática (aprobada en 2022), no que unos pucos, menos que os dedos das mans, un día do ano 2016 fincamos unha lauda nunha leira do lugar de Meilide para recordar un represaliado polo franquismo: hoxe son trece, no mes de xullo serán catorce, e seguiremos honrando os nosos devanceiros que sufriron a represión franquista mentres as forzas non nos abandonen, contando sempre coa xenerosidade de tanta boa xente que nos acompaña. 

 Como tamén aconteceu co libro, como non sabíamos que era imposible, fíxemolo. Estou falando do Campo das Laudas, estou falando do Memorial da Dignidade, un proxecto no que se implicou desde o primeiro momento Juan Soto. Deixas un caudaloso tesouro de feitos e de recordos. Sempre ti como suxeito e as túas cousas como predicado. Así pasas ao universo da nosa memoria, ao mundo dos nosos ensoños, ás nosas fantasías da vida vivida. O Campo das Laudas -O Soto- Amigos de Cuba -O Soto- O sindicato -O Soto- Avelaíña -O Soto- As tertulias dos martes- O Soto-. Coas mans nos petos, cara de coña e un sorriso de maldade na cabeza. Os amigos dos martes non imos esquecer esas túas maldades, tirarémoschas á cara cando pasemos o río e estés agardando por nós na outra beira. Así falou Manolo Ayán o día 8 de xaneiro do ano 2025 nun tanatorio de Pontevedra. 

 Pode o corpo ser vencido / pode o dereito ser torto / pero o lume que alampea / xamais o veredes morto, engado eu botando man dus versos de Celso Emilio Ferreiro. 

 Compañeiro Soto, aquí ninguén semella acordarse de nada, pero ninguén esquece. Escribimos porque o tempo non se detén e temos na memoria que o noso presente se forxou no pasado e somos fillos de persoas fusiladas, torturadas, soterradas nas cunetas, recluídas nos campos de concentración, inxuriadas e difamadas en catro décadas de ditadura ás que seguiron outras catro de indiferenza. 

 Falar do que pasou desde o 14 de abril de 1931 segue a ser un desafío porque o franquismo está gravado no ADN desta sociedade. O franquismo proscribiu toda referencia á Segunda República: aquí non houbo un tempo no que este país avanzaba polo camiño da xustiza social e no afondamento dos dereitos individuais e colectivos, aquí nin tan sequera houbo un golpe de estado. Para os vencedores só houbo unha guerra, e con ela remendaron a historia con mentiras e eufemismos.

 E os vencedores seguirán vencendo mentres a sociedade siga mirando cara a outro lado. 

 Non foi unha loita entre irmáns, foi un combate político, cultural, ideolóxico e de clase. A guerra non a perderon todos, aí están cen mil cadáveres arrecunchados nas fosas, as fábricas, as leiras, as casas e outras propiedades roubadas a punta de pistola. As multas e as expropiacións. As depuracións e as deportacións- 

 A amnistía, que debería restaurar a honra de quen loitou pola democracia, serviu para limpar os expedientes dos xenocidas, dos criminais e dos torturadores. Non se depuraron responsabilidades de xuíces, policías e políticos colaboracionistas. Non se restituíu un réxime lexítimo (o republicano).  Á fronte seguiron os mesmos cans con distintos colares. 

 Os mecanismos de construción social da desmemoria colectiva, o silencio, o medo e o esquecemento, deron como resultado o rexurdimento dos postulados negacionistas, e quen quere botar luz sobre tanta escuridade é tachado de adoutrinador ou de reabrir vellas feridas. É o mundo ao revés. 

 Compraron o silencio e a impunidade con ameazas. 

 Abofé  que houbo vencedores: aqueles que financiaron o golpe de estado, que foi a orixe da guerra, fixeron da traxedia un negocio que segue puxante hoxe, e bastaría con recuar na traxectoria das empresas que cotizan no IBEX 35 e manexan os fíos da economía para chegar á súa orixe: o traballo escravo de milleiros de presos (políticos e comúns), e as concesións dos principais sectores da economía outorgados polo réxime aos seus cómplices. 

 En España non houbo unha reparación económica das vítimas por parte das empresa que se lucraron, como aconteceu en Alemaña. Lonxe de actuar, o poder xudicial fai deixamento das súas obrigas. A complicidade cos criminais deu paso hoxe á reivindicación do envelenado ideario fascista desde os parlamentos. Caeron todas as máscaras e detrás estaba a caveira.

 As serpes saíron dos ovos acubillados no niño da indiferenza. 

 Un filólogo alemán represaliado polo nazismo, Victor Klemperer, advertiu de que as palabras poden actuar como doses ínfimas de arsénico: semella que non fan efecto, pero acaban intoxicando o pensamento, que é o paso anterior a acción. Dise que temos de devolverlle a dignidade ás vítimas, e non hai que facer tal cousa porque todas elas ben que amosaron valentía e nobreza abondo. Habería que darlle a volta á premisa: somos nós os que temos a obriga de reivindicar os seus nomes, e o seu legado, porque é a nosa dignidade, individual e colectiva, a que está en cuestión. 

 Nunca é o momento de decretar a nulidade da  Lei de Amnistía de 1977, localizar todas as fosas ou reclamar responsabilidades económicas ás empresas e institucións que se beneficiaron dos traballos forzados. 

 Os que mataron e martirizaron, os que encheron de sangue a terra, tratando de borrar calquera rastro das identidades de milleiros de persoas, os que queren que a noite siga sendo longa e de pedra, din que falar da guerra e das vítimas é botar máis leña ao lume, pero nós non esquecemos. 

 Recentemente, participei nun acto a favor do pobo palestino, celebrado en Padrón, no que escoitei á escritora María Aboy ler una texto de Howard Zinn. 

 Di así:  Ter esperanza en tempos difíciles non é unha estupidez romántica. Basease no feito de que a historia humana non se refire só á crueldade, senón tamén á compaixón, ao sacrificio, á coraxe e á bondade. 

 O que elixamos salientar nesta historia complexa determinará as nosas vidas. Se só vemos o peor, o que vemos destrúe a nosa capacidade de facer algo. Se lembramos os momentos e lugares –e hai tantos…- nos que a xente se comportou magnificamente, iso daranos a enerxía para actuar, e polo menos a posibilidade de empurrar este mundo, que vira como unha buxaina, noutra dirección. 

 E se actuamos, por pequena que sexa a nosa acción, non temos por que sentarnos a esperar que chegue un futuro grandioso e utópico. O futuro é unha sucesión infinita de presentes, e vivir agora como pensamos que deberían vivir os seres humanos, desafiando o mal que nos rodea, é en si mesmo unha marabillosa vitoria. 

 Somos vinte sete planetas que xiramos arredor de Manuel Vázquez de la Cruz, O Ferruxo, o astro sol, un home xeneroso que desprende vitalidade e bondade, que se resistiu a dar por bo o título deste libro porque el sempre pon a forza do colectivo por enriba dos protagonismos individuais, unha característica da xente grande de verdade. Pero tivo que resignarse. 

 Só me queda agradecer a vosa atención e render publicamente o meu tributo de admiración ao Ferruxo, desexándolle que o seu camiño sexa longo, cheo de aventuras, cheo de experiencias, que dure moitos anos e –como desexaba Konstantinos Kaváfis– que atraque en Ítaca enriquecido por canto gañou polo camiño. 


(Texto lido na presentación do libro Arredor do Ferruxo, celebrada no Espazo Sociocultural Tui o día 18 de abril de 2026).

VALENÇA DO MINHO

Flower Power Party promete noite de cor, música e energia  

•  Regressa ao Jardim Municipal na noite de sábado, 2 de maio, a partir das 22h30




Vitor Salvador / Valença do Minho  

 Valença volta a celebrar a primavera com uma das festas mais emblemáticas do calendário da região. A Flower Power Party regressa ao Jardim Municipal na noite de sábado, 2 de maio, a partir das 22h30, prometendo proporcionar uma noite marcada pela música, cor e boa energia.  

 Inspirada nos valores de paz, amor e liberdade, associados ao mês das flores, a iniciativa assume-se como um dos grandes momentos de animação primaveril.  

 O arranque da noite estará a cargo do DJ valenciano Carlos Daniel, que regressa aos palcos para aquecer o público e dar o mote para uma celebração que se quer intensa desde os primeiros minutos.  

 Segue-se o projeto Remember Old Times, que convida a uma viagem nostálgica pelos êxitos das décadas de 80, 90 e início dos anos 2000, num espetáculo que cruza música, imagem e memória coletiva, recuperando sonoridades que marcaram gerações.  

 O encerramento ficará nas mãos do DJ José Luís, que promete manter a energia em alta, com muito ritmo, garantindo um final de noite à altura de uma festa que se quer memorável.  

 Mais do que um evento musical, a Flower Power Party afirma-se como um símbolo da vitalidade de Valença, reforçando o concelho como palco privilegiado de encontro e celebração nesta época do ano. O recinto contará ainda com a participação de vários bares locais — Bar Quê?, Estação Valença, Oceanos Bar, New Look e Tzero — contribuindo para um ambiente dinâmico e envolvente.  

 Promovida pelo Município de Valença, a iniciativa convida todos a entrarem no espírito flower power, com indumentária a rigor e vontade de celebrar a primavera num ambiente de liberdade, harmonia e diversão.  

 Junta-te à festa e veste-te a rigor! Vem celebrar connosco e entra no espírito Flower Power - traz flores, cores e muita atitude!

VIGO

Stellantis discrimina o cadro de persoal de Vigo negándolle a paga de rendemento que si vai abonar na fábrica marroquí de Kenitra 

 A sección sindical da CIG demanda unha xuntanza urxente do comité de empresa na que acordar unha fronte común para reclamar o incentivo 



Infogauda / Vigo  

 A CIG-Stellantis denuncia que a dirección do grupo de automoción discrimina o cadro de persoal de Vigo ao negarlle a paga CLPI (incentivo de rendemento local colectivo, polas súas siglas en inglés) que se vai abonar na fábrica marroquí de Kenitra. En consecuencia, a sección sindical demanda unha xuntanza urxente do comité de empresa na que acordar unha fronte común para reclamarlle a Stellantis que recompense as persoas traballadoras da planta viguesa “polo récord de produción grazas ao seu esforzo e sufrimento diario”.  

 Dende a CIG amosan a súa satisfacción porque os compañeiros e compañeiras de Kenitra vaian recibir a bonificación, pero consideran discriminatorio que no caso de Vigo “se nos dixese que esa paga non se nos podía dar”. Unha práctica discriminatoria que, por outra parte, a representación da central sindical en Stellantis asegura coñecer ben, “xa que a padecemos dende sempre en cuestións como categorías, contratacións ou renovacións unicamente por pertencer á CIG”. 

 En consecuencia, dende a central sindical demandan unha xuntanza urxente do comité de empresa –organismo que debera actuar na defensa dos intereses das persoas traballadoras e non da dirección- co obxectivo de constituír unha fronte común para reclamarlle ao grupo Stellantis que recompense o persoal da planta de Vigo “polo récord de produción grazas ao esforzo e sufrimento diario das persoas traballadoras”. 

GALIZA

Folga en todas as instalacións de Iberdrola para reclamar unha suba de soldos digna tras 11 anos cos salarios practicamente conxelados 

 A CIG e a central vasca ELA convocan un paro de 24 horas en Galiza, Euskal Herria e Nafarroa o 29 de maio polo bloqueo das negociacións do convenio 


Mobilización do persoal de Iberdrola
Foto: CIG

Infogauda / Galiza

 A CIG e a central vasca ELA veñen de anunciar a convocatoria dunha xornada de folga en todas as instalacións de Iberdrola en Galiza, Euskal Herria e Nafarroa o vindeiro 29 de maio para reclamar unha suba de soldos digna tras 11 anos cos salarios practicamente conxelados. Os sindicatos, que desenvolverán mobilizacións tanto antes da folga como o propio día, reclaman cando menos unha actualización a IPC, pero a dirección ofrece como moito un 1,5%, sempre e cando se cumpran os máximos beneficios económicos establecidos na súa proposta. 

 Dende a CIG denuncian o “nulo avance” das negociacións do convenio durante os últimos 16 meses polo inmobilismo dunha empresa que bate récords de beneficios ano tras ano e pola “inacción” dos sindicatos estatais, “que rexeitan a convocatoria da folga”. A convocatoria coincidirá coa celebración da xunta xeral de accionistas de Iberdrola en Bilbo, que o persoal aproveitará para desenvolver unha concentración diante da sede da empresa.  

 “Está previsto que ese día a dirección reparta bonus por valor de 400 millóns de euros, cando nós levamos 11 anos cunha suba salarial do 0,7%”, censuran dende a representación da CIG na compañía eléctrica. Para o actual convenio, a oferta empresarial contempla que se se acadan o 100% dos resultados marcados pola compañía fíxase un tope de suba salarial do 1,5%, e se non se conseguen o incremento sería do 0,5%. Mentres que se se supera nun 20% o establecido por Iberdrola o tope sería dun 3%, “cando o IPC este ano xa está no 3,4%”. En todos os casos suporía, polo tanto, perda de poder adquisitivo e empobrecemento do persoal “a pesar de que os beneficios serían milmillonarios”

 Ao mesmo tempo, para o sábado anterior á folga (23 de maio) hai convocada unha manifestación polas rúas do Barco de Valdeorras. E tamén está previsto celebrar asembleas informativas na comarca de Valdeorras, Ourense e Monforte. 

Perda de poder adquisitivo 

 Dende a parte social lembran que Iberdrola obtivo un beneficio neto de 25.000 millóns dende a firma do último convenio colectivo, “e segundo as estimacións da propia empresa o récord de ganancias anual seguirase batendo no futuro”. Pola contra, o cadro de persoal, perdeu nese mesmo período un 20% de poder adquisitivo, mais tamén os trienios e a segunda tarifa de persoa empregada para o persoal xubilado.  

 “Non estamos pedindo nada esaxerado, reclamamos recuperar o poder adquisitivo perdido e unha suba salarial ligada ao IPC real; e os datos económicos que a propia empresa facilita din que a suba salarial que solicitamos é perfectamente asumible e non pon en risco a viabilidade nin os resultados da compañía”. Polo que fan un chamamento a participar nas mobilizacións e na folga que en Galiza afectará as 29 instalacións que Iberdrola ten no noso país, entre centrais hidroeléctricas, subestacións, parques eólicos ou a propia sede da compañía na Rúa de Valdeorras. 

ARCOS DE VALDEVEZ

Vilela dedicou o domingo ao Desporto Saudável Interfreguesias  


A Câmara Municipal esteve representada pelas Vereadoras Angélica Leite e Marlene Barros, que acompanharam a caminhada de 5km por trilhos e caminhos da freguesia de Vilela
Foto: C.M. A. de V.

Mónica Mota Lopes / Arcos de Valdevez  

 A União de Freguesias de Vilela, S. Cosme e S. Damião e Sá organizou um Domingo Saudável Interfreguesias, com o objetivo de promover hábitos saudáveis e o convívio entre a população.  

 A Câmara Municipal esteve representada pelas Vereadoras Angélica Leite e Marlene Barros, que acompanharam a caminhada de 5km por trilhos e caminhos da freguesia de Vilela, rodeada de natureza e boa disposição.  

 À chegada, a Vereadora da Saúde, Angélica Barros enalteceu a iniciativa, realçando os benefícios de manter uma vida saudável, aliando o desporto e a alimentação.  

 Para além da caminhada, o Domingo Saudável contou ainda com aulas de Zumba e Pilates, e um almoço que deliciou os participantes, num ambiente de convívio entre gerações.

ARCOS DE VALDEVEZ

Presidente visita Centro de Estudos da Região dos Vinhos Verdes 

 

O Presidente da Câmara Municipal, Olegário Gonçalves, e a Vice-Presidente, Emília Cerdeira, estiveram no Centro de Estudos da Região dos Vinhos Verdes, situado em Arcos de Valdevez

Foto: C.M. A. de V.

Mónica Mota Lopes   / Arcos de Valdevez

 O Presidente da Câmara Municipal, Olegário Gonçalves, e a Vice-Presidente, Emília Cerdeira, estiveram no Centro de Estudos da Região dos Vinhos Verdes, situado em Arcos de Valdevez, para uma reunião com a Direção da Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes (CVRVV).  

 No encontro foram abordados vários temas que aproximam as duas instituições, numa conversa produtiva e bastante promissora.  

 De realçar que a CVRVV é, há várias décadas, responsável pela gestão e preservação da quinta experimental onde desenvolve investigação aplicada à Região e disponibiliza alguns serviços prestados aos operadores económicos.  

 A Estação Vitivinícola Amândio Galhano, sediada na Quinta Campos de Lima, foi fundada em 1984 e tem como foco a modernização, sustentada no desenvolvimento de estudos sobre castas, sistemas de condução, nutrição da vinha e microvinificações.  

 É também responsável pela conservação e seleção de material vegetativo de videiras para a região, o que reforça o potencial genético e aumenta a valorização do património vitícola do território.  

 Para o Município, estes encontros revertem-se de uma importância maior tendo em conta a forte ligação do concelho ao setor vinícola, onde os nossos produtores se têm destacado a nível nacional e internacional.        

ARCOS DE VALDEVEZ

Expovez – Feira do Alto Minho regressa a Arcos de Valdevez  




Maria João Brito /Arcos de Valdevez   

 A Expovez – Feira do Alto Minho está de regresso ao Centro de Exposições de Arcos de Valdevez nos dias 1, 2 e 3 de maio. 

 Na sua 24ªedição, o certame contará com cerca de 145 expositores e 100 empresas do concelho e da região, abrangendo áreas como Indústria, Comércio e Serviços, Artesanato, Produtos, Restauração, Animação. O evento continuará também a dar um especial destaque ao Mundo Rural, uma atividade de referência no território que se pretende valorizar e tornar ainda mais atrativa. 

 A inauguração está marcada para 1 de maio, às 15h00, seguindo-se às 15h30, o Concerto de Daniel Sousa com banda.  À noite, pelas 22h00, sobe ao palco Delfim Júnior & Ympério Show. 

 No sábado, destaque para a Conferência: “Como atingir o sucesso empresarial no atual contexto económico mundial”, às 15h00. À noite, pelas 22h30, a animação estará a cargo dos WET BED GANG. 

 O domingo será marcado pela atuação de TOY, às 15h30, prometendo muita animação.  Sendo também Dia da Mãe, todas as mães que visitarem a feira receberão uma flor.  

 A Expovez afirma-se como um importante evento de promoção da economia regional, dando a conhecer o melhor que se produz em Arcos de Valdevez e nos concelhos vizinhos. A iniciativa é organizada em parceria pela Câmara de Arcos de Valdevez, a Associação Regional de Desenvolvimento do Alto Lima (ARDAL), a Associação Comercial e Industrial de Arcos de Valdevez e Ponte da Barca (ACIAB) e a Cooperativa Agrícola de Arcos de Valdevez e Ponte da Barca.  

EXPOVEZ – FEIRA DO ALTO MINHO 2026 

PROGRAMA GERAL   

Sexta-feira, 1 de maio 

15h00 – Inauguração da EXPOVEZ 

15h30 – Concerto: Daniel Sousa com banda 

22h00 – Concerto: Delfim Júnior & Ympério Show

02h00 – Fecho de recinto  

Sábado, 2 de maio

11h00 – Abertura da Feira 

15h00 – Conferência: “Como atingir o sucesso empresarial no atual contexto económico mundial” 

22h30 – Concerto: WET BED GANG 

02h00 – Fecho de recinto 

Domingo, 3 de maio 

11h00 – Abertura da Feira 

11h00 – Dia da Mãe (Oferta de Flores) 

15h30 – Concerto: TOY 

20h00 – Encerramento da EXPOVEZ