16 de mar. de 2023

A GUARDA

ANA PONTÓN ACOMPAÑARÁ A ANXO BAZ NA PRESENTACIÓN DA CANDIDATURA DO BNG NA GUARDA  

 O sábado 18 de marzo ás 7 da tarde na Praza do Reloxo. En caso de choiva trasládase ao Recreo Artístico Guardés




Infogauda / A Guarda

 O sábado 18 de marzo ás 7 da tarde na Praza do Reloxo celebrarase o acto de presentación da candidatura do BNG ás próximas eleccións municipais. En caso de choiva trasládase ao Recreo Artístico Guardés.  

 O candidato á alcaldía, Anxo Baz, estará acompañado pola portavoz nacional do BNG Ana Pontón. No acto tamén participarán Bea Lomba e  Rodrigo Pacheco, números dous e tres, respectivamente, da candidatura.  

 Anxo Baz declarou “estou enormemente satisfeito polo gran equipo que conformamos. Un equipo con gran capacidade, formado por  persoas de  varias xeracións,  unidas pola ilusión de sacar A Guarda do estancamento que padece e por un enorme compromiso con esta Terra”.  

 Os nacionalistas convidan  a todos os guardeses e guardesas a asistir a este acto no que  se dará a coñecer a candidatura completa do BNG ás próximas eleccións municipais. 

CAMINHA

 CINEMA

Boletim da Sessão nº 532 - "A Esquiva" de Abdellatif Kechiche (2003) 

Sexta-feira, 17 de março às 21:45 no Teatro Valadares

ATENÇÃO: Lotação Limitada. Entrada Gratuita.




Locus Cinemae / Caminha 

 “Filme-sensação dos Césares de 2004, os mais importantes galardões cinematográficos franceses, “A Esquiva” (“L’Esquive”) é um pequeno filme de baixo orçamento realizado pelo tunisino Abdellatif Kechiche e apresenta um olhar sobre um conjunto de jovens de um bairro social parisiense.  

 Vencedora da cerimónia nas categorias de Melhor Filme, Melhor Realização e Melhor Esperança Feminina (para a muito promissora actriz Sara Forestier), a película combina drama e comédia para focar um quotidiano suburbano vincado pelo choque de culturas e tensões da adolescência. “A Esquiva” insere-se na linha dos filmes sobre minorias étnicas – neste caso, a comunidade abordada é a islâmica – que tem dominado algum do cinema de domínios mais marginais nos últimos anos, mas aqui o retrato prefere adoptar tons mais leves e optimistas e não se debruça tanto num realismo cru e desencantado que domina alguns dos exemplos do género. Não é que os traços de realismo não estejam presentes, pelo contrário, dado que Kechiche recorre frequentemente a um tipo de realização próxima do registo documental, mas o ponto de vista do cineasta não aposta em atmosferas de considerável fricção ou visceralidade, frequentemente presentes em dramas urbanos, seguindo antes por domínios mais cândidos e esperançosos. (…)”  

Gonçalo Sá, https://gonn1000.blogspot.com/search?q=a+esquiva    

FICHA TÉCNICA:  

Título original: “L’Esquive”, França, 2003  

Realização: Abdellatif Kechiche  

Produção: Jacques Ouaniche  

Argumento: Abdellatif Kechiche, Ghalia Lacroix  

Fotografia: Lubomir Bakchev  

Montagem: Antonella Bevenja | Ghalya Lacroix  

Duração: 117 minutos     

FICHA ARTÍSTICA:  

Osman Elkharraz como Krimo  

Sara Forestier como Lydia  

Sabrina Ouazani como Frida  

Nanou Benhamou como Nanou  

Hafet Ben-Ahmed como Fathi  

Aurélie Ganito como Magalie  

Carole Franck como a professora de francês




Programação   

Ciclo Outras Cinematografias    

17 de março, “A Esquiva”, Abdlellatif Kechiche, França, 2003, Sessão 532 (s/ classificação)  

24 de março, “A Vida de Adèle”, Abdlellatif Kechiche, França / Bélgica / Espanha, 2013, Sessão 533 (M/16)  

31 de março, “E Agora, Onde Vamos?”, Nadine Labaki, Líbano / França / Egito / Catar / Itália, 2011, Sessão 534 (M/12)     

Ciclo Cinema nas Ilhas Britânicas 

06 de abril (quinta-feira), “Mona Lisa”, Neil Jordan,  Reino Unido, 1986, Sessão 535 (M/16)  

14 de abril, “Jogo de Lágrimas”, Neil Jordan, Reino Unido / Japão, 1992, Sessão 536 (M/16)  

21 de abril, “Os Livros de Próspero”, Peter Greenaway, Reino Unido / Países Baixos / França / Itália / Japão, 1991, Sessão 537 (M/16)  

28 de abril, “O Livro de Cabeceira”, Peter Greenaway, Reino Unido / Países Baixos / França / Luxemburgo, 1996, Sessão 538 (M/16)     

Ciclo Cinema Italiano 

05 de maio, “Europa 51”, Roberto Rossellini, Itália, 1952, Sessão 539 (M/12)  

12 de maio, “O Medo”, Roberto Rossellini, Itália / Alemanha, 1954, Sessão 540 (M/12)  

19 de maio, “Maravilhoso Boccaccio”, Paolo Taviani e Vittorio Taviani, Itália / França, 2015, Sessão 541 (M/14)  

26 de maio, “Bom Dia, Babilónia”, Paolo Taviani e Vittorio Taviani, Itália / França / EUA, 1987, Sessão 542 (M/12)     

Ciclo Biografias 

02 de junho, “Mata Hari”, George Fitzmaurice,  EUA, 1931, Sessão 543 (s/ classificação)  

09 de junho, “Michael Collins”, Neil Jordan, Irlanda / EUA, 1996, Sessão 544 (M/12)  

16 de junho, “La Vie En Rose”, Olivier Dahan, França / Reino Unido / Rep. Checa, 2007, Sessão 545 (M/12)  

23 de junho, “Pasolini”, Abel Ferrara, França / Bélgica / Itália, 2014, Sessão 546 (M/18)  

30 de junho, “Saint Laurent”, Bertrand Bonello, França / Bélgica, 2014, Sessão 547 (M/16)




CAMINHA

Empossados órgãos sociais da Associação de Municípios da Serra d’Arga


A assembleia geral da Associação de Municípios da Serra d’Arga reuniu ontem, em Dem
Foto: C.M.C.

Infogauda / Caminha  

 A assembleia geral da Associação de Municípios da Serra d’Arga reuniu ontem, em Dem, para eleger e instalar os seus órgãos sociais, designadamente a Mesa da Assembleia e o Conselho Fiscal. A sessão foi provisoriamente dirigida por Ventura Cunha. A seguir à votação, os dois órgãos foram instalados, estando a associação agora em condições de iniciar formalmente o seu trabalho, cumprindo-se também o calendário previsto.

A reunião decorreu no final da tarde, no Centro Cultural de Dem, onde fica também a sede da associação, em instalações cedidas pela Junta de Freguesia. Rui Lages, Presidente da Câmara Municipal de Caminha e que assume também a liderança no primeiro ano da associação, propôs que fosse Ventura Cunha a liderar inicialmente os trabalhos.

Depois da projeção de um pequeno vídeo, que expressa toda a beleza e potencialidade da Serra d’Arga, cumpriram-se as formalidades e seguiram-se as votações, tendo sido apresentada, para ambos os órgãos, apenas uma lista. A lista “A” recolheu, nos dois casos, sete votos a favor e duas abstenções.

A Mesa fica assim constituída: Presidente: Cláudio Rodrigues Coelho - Município de Vila Nova de Cerveira; Vice-Presidente: José Emílio da Rocha Antunes Viana - Município de Viana do Castelo e Secretário: Hugo Bezerra Afonso - Município de Caminha.

Quanto ao Conselho Fiscal é presidido por Maria de Fátima Carvalhosa Lopes - Município de Ponte de Lima; Vogal: António Moreira Rego - Município de Viana do Castelo e ainda como Vogal: Renato Heitor Correia Domingues - Município de Vila Nova de Cerveira.

Como é sabido, as assembleias municipais de cada município da associação indicaram três elementos por forma a ser constituída a assembleia geral, tendo sido assim possível convocar esta primeira reunião. Os membros representantes das Assembleias Municipais são: Ventura Rodrigues Cunha - Município de Caminha, José Manuel Franco Cunha - Município de Caminha, Carlos Alberto Coelho Matos Pinheiro - Município de Ponte de Lima, Custódio do Nascimento Rodrigues Fernandes - Município de Ponte de Lima, Carlos Alberto Cerqueira Gonçalves - Município de Ponte de Lima, José Paulo Coelho do Órfão - Município de Viana do Castelo, Filipe Alexandre Martins Vintém - Município de Viana do Castelo, Carla Maria Caetano Amorim Torres - Município de Vila Nova de Cerveira e Cristina Sofia Martins - Município de Vila Nova de Cerveira.

A composição do Conselho Executivo já era conhecida. Como referimos, o Presidente é Rui Miguel Rio Tinto Lages – Presidente da Câmara Municipal de Caminha; Vice-Presidente: Vasco Nuno Magalhães Velho de Almeida Ferraz – Presidente da Câmara Municipal de Ponte de Lima; Vogal: Joaquim Luís Nobre Pereira – Presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo e Vogal: Rui Pedro Teixeira Ferreira da Silva – Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira.

Como referiu já Rui Lages, e cumpridos agora os passos formais, o grande desafio é a formalização da Paisagem Protegida Regional da Serra D’Arga. A associação, constituída oficialmente no dia 28 de janeiro deste ano, vai trabalhar em prol da Serra d’Arga, na sua defesa, proteção, conservação e na realização de estudos.

“A Serra d’Arga constitui uma das áreas mais emblemáticas do Alto Minho, não só pela vastidão das paisagens agrestes do seu topo, mas também pela singularidade dos seus valores naturais. Nos pontos mais altos da serra, dominados por imponentes maciços graníticos, existem áreas naturais de pastagem de rara beleza onde ocorrem diversos tipos de matos numa matriz de pastagens com uma diversidade florística notável. Nestes matos e prados alimentam-se cabras, vacas e garranos, coexistindo no mesmo ecossistema do lobo, que tem aqui uma das populações mais próximas do litoral. Perto das pitorescas aldeias que se desenvolvem a transição para o xisto, existem campos de cultivo, lameiros e bosques naturais, atravessados por diversas linhas de água. Outrora, estes rios e ribeiros forneciam a energia aos moinhos, que ainda se podem observar, e onde se fazia a moagem dos cereais cultivados nos campos”. (in Serra d'Arga (serradarga.pt)

O ROSAL

O Concello mellora a accesibilidade dos vestiarios do campo municipal de fútbol da Mata  

 Investíronse case 116.000 euros financiados con fondos propios e a través do Plan Concellos 2022  


O Goberno municipal vén de rematar as obras de mellora da accesibilidade nos vestiarios do campo municipal de fútbol A Mata
Foto: C.O.R.

Infogauda / O Rosal

 O Concello do Rosal segue dando pasos na súa aposta por un municipio máis inclusivo e accesible para todas as persoas e en todos os eidos da vida. Neste camiño, o Goberno municipal vén de rematar as obras de mellora da accesibilidade nos vestiarios do campo municipal de fútbol A Mata, “garantindo así o acceso a toda as persoas e convertendo de forma progresiva todas as dependencias municipais que aínda non o eran en espazos inclusivos”, como sinala a alcaldesa, Ánxela Fernández Callís. 

 Situados nunha edificación anexa na parte posterior das bancadas do campo de fútbol, o espazo estaba dividido en sete vestiarios, catro deles comunicados de dous en dous nos espazos das duchas, no que se reparten os equipos locais, visitantes e árbitros. Para salvar as dificultades de acceso existentes anteriormente, con estas obras estableceuse unha nova distribución do conxunto dos vestiarios, eliminando os espazos dedicados ao almacenamento de material de adestramento e o último dos vestiarios existentes. 

 Con esta nova distribución todos os vestiarios pasaron a ser independentes, aumentando o número de duchas dispoñibles e xerando cabinas accesibles que tamén funcionan como aseos accesibles. Ademais, instalouse unha porta de paso corredeira entre os vestiarios 1 e 2 e os 3 e 4 de forma que poidan comunicarse interiormente en caso de necesidade para convertelo un espazo único co dobre de capacidade. Ademais, abríronse novas portas en dous dos vestiarios e na zona de árbitros ampliouse o paso libre da porta de acceso ao interior. 

 As obras contaron cun investimento de case 116.000 euros dos que case 74.000€ foron financiados con fondos propios do Concello do Rosal e outros 42.000 euros foron subvencionados a través do Plan Concellos 2022 da Deputación de Pontevedra. 

 Este é o primeiro paso para conseguir a accesibilidade total no campo municipal de fútbol A Mata. O Concello xa está a traballar no proxecto do cambio de céspede no campo, unha necesidade importante detectada no traballo conxunto coa U.D. Ribera para a reforma das instalacións. Tras este cambio, o proxecto continuará coas obras de mellora da accesibilidade na zona de entrada ás instalacións. 

TOMIÑO

O curso de atención sociosanitaria a persoas no domicilio de Tomiño chega ao seu ecuador  

 O Concello encheu as prazas deste curso formativo de 300 horas co que se busca facilitar o acceso ao mundo laboral a tomiñeses e tomiñesas desempregadas  


Dirixida a persoas desempregadas empadroadas en Tomiño, ao remate da formación as e os participantes recibirán un diploma acreditativo
Foto: C.T.

Infogauda / Tomiño

 Chega ao seu ecuador a nova edición do curso gratuíto posto en marcha polo Concello de Tomiño para formar a persoas desempregadas como auxiliares de atención sociosanitaria a domicilio.  

 Un novo paso “na aposta que facemos dende o Goberno municipal por organizar accións que permitan non só ofrecer cursos formativos para os nosos veciños e veciñas, senón facelo tendo en conta a demanda actual do mercado laboral”, destaca a alcaldesa, Sandra González.  

 Organizado dende a Concellería de Benestar Social e Igualdade en colaboración coa empresa IDADES, especializada na prestación de servizos de atención sociosanitaria, as 15 persoas inscritas comezaron curso comezou a súa parte teórica o pasado 6 de febreiro na Escola Obradoiro O Regatiño de Goián e rematarán a finais do mes de marzo.  

 “É un orgullo ver a gran resposta da veciñanza, que encheu todas as prazas dispoñibles rapidamente”, explica a concelleira, Cristina Martínez. Do 3 ao 31 de abril as persoas participantes no curso formativo realizarán prácticas non remuneradas en diferentes domicilios para achegarse á realidade deste servizo. 

 Dirixido a persoas desempregadas empadroadas en Tomiño, ao remate da formación as e os participantes recibirán un diploma acreditativo que, ademais de facilitar o acceso ao mercado laboral no sector, servirá para abrirlles novas vías para a obtención da Acreditación das competencias profesionais da Consellería de Educación da Xunta de Galicia. 

O PORRIÑO

A CIG mobilízase diante do Centro Tecnolóxico da Automoción para reclamar salarios dignos e categorías laborais xustas 

 A central iniciou un calendario de protestas para rexeitar a crecente precarización das condicións de traballo na empresa do Porriño 


A representación da CIG no Centro Tecnolóxico da Automoción de Galicia (CTAG) desenvolveu esta mañá unha concentración ás portas da compañía no Porriño

Foto: CIG 

Infogauda / O Porriño

 A representación da CIG no Centro Tecnolóxico da Automoción de Galicia (CTAG) desenvolveu esta mañá unha concentración ás portas da compañía no Porriño para reclamar salarios dignos e categorías laborais xustas, agora que o comité e a dirección manteñen negociacións para establecer un acordo de empresa a respecto dos incrementos salariais. 

 Dende a central anunciaron a posta en marcha dun calendario de mobilizacións, con protestas todos os xoves até mediados de abril, para rexeitar a crecente precarización das condicións de traballo no CTAG. Dende a CIG no CTAG explican que até o de agora rexíanse polo convenio estatal de Enxeñaría, que levaba dous anos caducado e que se renovou o pasado venres. Pero a pretensión do persoal é pactar un acordo de empresa que incorpore tamén unhas categorías dignas “que recollan as funcións que verdadeiramente facemos, xa que o de Enxeñaría non as cubre”. Neste senso, lembran que a nivel salarial os traballadores/as do CTAG están moi por debaixo da media do sector, “algo que non pode ser nunha empresa que recibe inxentes cantidades de diñeiro público, tanto da Xunta como da Unión Europea, e tendo en conta que as compañías para as que traballamos están a ter beneficios millonarios”.  

 Por iso a CIG, que preside o comité de empresa, decidiu convocar unha asemblea á que acudiron máis de 300 empregados/as e na que se acordou iniciar un calendario de mobilizacións das que se desmarcaron o resto de sindicatos, comezando pola protesta de hoxe dos delegados/as da central nacionalista e continuando coa que terá lugar vindeiro xoves xa coa participación do conxunto do cadro de persoal. Está previsto que as mobilizacións continúan cada xoves até mediados de abril, tanto diante do CTAG como dalgún dos seus clientes, como BorgWarner, “sen descartar mesmo unha convocatoria de folga no caso de que a dirección non mude de postura nas vindeiras xuntanzas”. 

 A concentración de hoxe, a primeira celebrada na compañía nos seus 20 anos de funcionamento, desenvolveuse diante das instalacións situadas no polígono da Granxa de 10:00 a 12:00 horas, onde se despregou unha faixa e se berraron consignas coas principais reivindicacións do cadro de persoal. 

 Ao remate da protesta a representación da CIG indicou que a crecente precariedade no CTAG está a provocar que o persoal máis cualificado e formado teña que abandonar a compañía na procura dun mellor futuro laboral. “Isto provocou que máis de 200 persoas marchasen a outras firmas do sector, deixando proxectos importantes con problemas, xa que tampouco chegan traballadores/as para cubrir esas baixas debido a que se ofrecen salarios por debaixo dos existentes no sector”, sinalou o presidente do comité, Hugo Méndez. Destas, arredor de 50 levaban unha media de 15 anos na empresa.  

 Esta situación fai que se rexistre un continuo movemento de persoal, até o punto de que Méndez considera que o CTAG “agora mesmo cambiou a súa actividade: pasou de ser un centro de innovación a formar enxeñeiros/as para que despois os leven outras empresas”.

CINEMA

OS RÍAS BAIXAS FILM FEST INICIAN UNHA NOVA ANDAINA COA VISTA POSTA NA SÚA PROMOCIÓN NACIONAL E INTERNACIONAL 

 Carmela Silva louvou aos oito festivais audiovisuais que agrupa a marca provincial “polo seu compromiso co territorio, a súa autenticidade e a capacidade de mobilizar á sociedade”


Un momento da presentación dos festivais audiovisuais que abrangue a marca Rías Baixas Film Fest
Foto: D.PO.

Infogauda / Pontevedra

 “Compromiso, calidade, autenticidade, diversidade e capacidade para construír pensamento crítico”. Foron as palabras coas que a presidenta da Deputación, Carmela Silva, quixo poñer hoxe en valor aos oito festivais audiovisuais que abrangue a marca Rías Baixas Film Fest e que en abril inician unha nova edición que se prolongará ata finais do ano para amosar na provincia o mellor do audiovisual. Arroupada pola banda sonora de películas inesquecibles como “A Misión” ou “O padriño”, interpretadas polas músicas Erea Carbajales e Susana Blanco, Carmela Silva deu hoxe no acto no Pazo Provincial o tiro de saída a estes festivais que, como subliñou, “son capaces de mobilizar á sociedade da provincia a través da cultura” cunha marca que vai avanzar na promoción destes festivais en eventos nacionais e internacionais. “Os Rías Baixas Film Fest son unha referencia e unha sinal de identidade dentro é fóra da provincia, pero temos que seguir avanzando”, subliñou ante os e as representantes dos festivais.  

 A cita co audiovisual na provincia arrancará co XIX Play-Doc de Tui, que se celebrará do 26 de abril a 1 de maio e continuará co XX Festival de Cans no Porriño (16-20 de maio), o XII festival Primavera do Cine de Vigo (5-10 setembro); a XVI edición do FicBueu (9-23 setembro), o sétimo Galician Freaky Film Fest de Vigo (22 e 23 e do 27- 30 setembro); o oitavo Festival de Cine Inclusivo de Vigo (17-22 outubro), o 51º Curtas Festival do Imaxinario de Vilagarcía (27 outubro a 5 novembro) para finalizar coa oitava edición do Novos Cinemas en Pontevedra (do 12-17 decembro).  

 A presidenta insistiu en que os eventos que abrangue a marca Rías Baixas Film Fest “son unha mostra dese talentazo e creatividade que ten un enorme valor para a provincia”. “Sodes xente que constrúe a boa provincia que queremos ser –subliñou- Estes festivais conseguen que non só a xente das grandes vilas, senón das pequenas de menos de 20.000 habitantes poidan desfrutar dun audiovisual de enorme calidade e de moitas actividades complementarias coas que poden vivir en primeira persoa a cultura como algo vivo e dinamizador. Porque o audiovisual ten esa capacidade de construír pensamento crítico. E nestes festivais a xente pode visualizar historias que nos moven, nos conmoven e nos fan pensar. Conseguides que a cultura non sexa algo de elites senón algo no que participa toda a sociedade”.  

 Carmela Silva sinalou que o seguinte paso pasa por “ser ambiciosas e ambiciosos  cara a promoción dos festivais a nivel nacional e internacional. Neste senso, anunciou unha presentación propia da marca na feira Culturgal “para que a xente de toda Galicia teña coñecemento do que se fai”, así como a posibilidade de ter presenza noutros festivais foráneos. “Cremos que estes eventos non son un gasto, son un investimento para converter á provincia nun referente do audiovisual, que xa o é”. Tamén citou a aposta por fomentar sinerxías con Portugal, tendo en conta a situación transfronteiriza da provincia e o feito de que no país luso hai propostas audiovisuais “moi diversas e de longa traxectoria”, así como por “mover á xente da provincia por todos os festivais” cunha intensa labor promocional. “Vendo como desfruta nos nosos festivais, a xente amósanos a todas as administracións públicas que si quere cultura. Cando se promove cultura, a xente vai”.  

 No acto da presentación, no que se proxectou un vídeo resumo da edición do 2022,  interviñeron tamén Nerea Lores, do FicBueu, e Juan de Castro, do Galician Freaky Film Fest. Lores subliñou o feito da recuperación da normalidade trala pandemia e insistiu en que “hai que poñer o foco no noso público e volver a poñer en valor a presencialidade e os encontros coa xente nos festivais” nun ano en que amais, como explicou “imos con moita forza e todos os festivais estamos con novos proxectos para ser máis grandes”. Agradeceu á Deputación o apoio a través de Rías Baixas Film Fest, “coa que se pode facer un gran traballo para o impacto internacional dos nosos festivais e o cinema galego. Queda moito por facer, pero cremos que é un camiño que hai que ir reforzando”.  Pola súa banda, Juan de Castro destacou o apoio da Deputación, “non só a través desta marca, que abraza e defende a capa e espada estes festivais en calquera circunstancia, senón tamén polo apoio económico, un sustento imprescindible xunto co do público para que sigamos medrando e mellorando”. De Castro destacou o feito de que un territorio pequeno como a provincia sexa quen de ter festivais “tan diversos, completos e de tanta calidade”, e para 2023 considera que a materia pendente é “que o público siga volvendo ás salas e aos encontros coas persoas realizadoras” e tamén achegar “escolmas do que se fan nestes festivais a outras vilas máis pequenas para que vexan o que se fai e poidan acudir”.

GALIZA

Pensionistas e xubiladas da CIG concéntranse nas oficinas do INSS das sete cidades contra a exclusión dixital 

 Representaron as colas que teñen que facer para conseguir atención presencial e as dificultades que atopan 


Participantes concentrados diante das oficinas do INSS en Vigo, para denunciar a súa exclusión dixital
Foto: CIG

Infogauda / Compostela

 Pensionistas e xubiladas/os da CIG concentráronse esta mañá diante das oficinas do INSS das sete cidades galegas para denunciar a súa exclusión dixital. Nos distintos actos de protesta simularon, cunha representación, as dificultades que atopan para conseguir contactar co organismo e as colas que teñen que facer para poder arranxar trámites tan importantes como mesmo solicitar a pensión por xubilación. 

 As mobilizacións insírense na campaña que arrincou o mes pasado na que, xunto coas mobilizacións, están recollendo sinaturas para entregar na Valedora do Pobo en demanda de que se eliminen as barreiras de acceso a servizos públicos tan básicos como a sanidade ou ao propio INNS, para tramitar todo o relativo as súas pensións. Sinaturas que, aproveitando as mobilizacións, tamén recolleron onte. 

Fenda dixital 

 O colectivo denunciou que se ten estabelecido unha cada día maior fenda dixital que “está levando a algúns colectivos e, nomeadamente, ao colectivo de persoas maiores, a unha nova situación de desigualdade e vulnerabilidade que pode provocar, mesmo, a súa exclusión social”.  

 Nese sentido denunciaron que realizar trámites de xeito electrónico na relación coa Administración Pública, en numerosos sectores, é xa obrigatorio e que non hai posibilidade de facelos de xeito presencial, en moitos casos. Manifestaron ademais o seu rexeitamento á imposición da teleasistencia na sanidade ou nos servizos á dependencia, sobre todo, para acceder a unha cita médica ou simplemente preguntar unha información. “Moitas veces é imposíbel facelo falando cunha persoa real, obrigándonos a facelo a través de robots e contestadores automáticos”.  

 Do mesmo xeito, rexeitaron a restrición do acceso físico a moitas oficinas e centros -tanto da administración como sanitarios, ou privados mais de uso imprescindíbel como no caso das oficinas bancarias-. “Estase restrinxindo, cando non impedindo, o acceso de moitas persoas a servizos necesarios e imprescindíbeis para a vida”, subliñaron. 

 Por iso, o Colectivo de Xubilados/as e Pensionistas da CIG denunciou estas novas barreiras no acceso a servizos tan básicos como a sanidade ou a tramitación das nosas pensións, que supoñen, en moitos casos, a exclusión dixital dunha vida digna para moitas galegas e galegos. 

Servizos co acceso restrinxido por mor da dixitalización 

 Así foron citando os distintos servizos restrinxidos por mor da dixitalización, como as oficinas da Seguridade Social onde se eliminou a posibilidade de acceder libremente a unha oficina para calquera tipo de trámite. “Ou o fas de xeito telemático, ou pides unha cita previa que, nos mellores dos casos, pode tardar máis de 15 días. Iso cando a consegues, porque son moitas as persoas que, malia intentalo unha e outra vez, non conseguen cita na súa oficina. De aí que teñan que recorrer a pedila nunha oficina doutra localidade, co que, ademais dos problemas xa comentados, engádese a obriga de desprazamento”, explicaron. 

 Xunto a isto denunciaron o colapso que padecen as oficinas da Seguridade Social, que atribuíron, entre outros motivos, á escaseza de persoal. Un problema que, alertaron, que  desde o goberno pretenden arranxar limitando o tempo de atención, é dicir, aumentando a restrición no acceso. “Hai que ter en conta que é nesas oficinas onde precisamente se tramita todo o relacionado coas nosas pensións”, manifestaron.  

Administracións galega, estatal e local  

 Esta problemática no acceso á Administración Pública non se está a dar só nas oficinas da Seguridade Social, senón que, como denunciaron, practicamente todas as administracións teñen restrinxido a atención presencial. Con todo, sinalaron que aínda que a Xunta vén de anunciar a retirada do requisito de cita previa, “se isto non vai acompañado doutras medidas como incremento de persoal, a posibilidade dunha atención presencial de calidade vese diminuída”. 

 O colectivo de pensionistas e xubiladas/os manifestou especial preocupación co desmantelamento e privatización programados polo PP para a Sanidade Pública, que ten provocado unha diminución da calidade da atención desde hai uns anos e mesmo a introdución das consultas por videochamada, “como se unha exploración médica se puidese facer a través dunha pantalla”, denunciaron. 

Atención bancaria 

 A situación repítese, como veñen denunciando desde hai tempo, nas entidades financeiras nas que, como pensionistas, están na obriga de ter conta bancaria para poder cobrar as súas pensións. Por iso denunciaron que acceder a día de hoxe a realizar algún trámite bancario supón “armarse de paciencia, perder un montón de tempo pelexando coas máquinas e, se non hai sorte, igual até acabar contratando unha xestoría”. 

 Por iso concluíron que non van consentir “que nos deixen fóra” e proclamaron que “somos maiores, mais temos dereitos”. 

CULTURA

O MUSEO DE PONTEVEDRA E O MUSEO NACIONAL DE POZNAN COLABORARÁN PARA FACER EXPOSICIÓNS CRUZADAS E ESTUDAR MÁIS A FONDO OS CADROS ESPOLIADOS POLOS NAZIS  

 A viaxe da delegación pontevedresa a Polonia para a restitución do díptico de Bouts comezou hoxe cunha recepción do director do museo polaco, que se amosou “conmovido” pola boa disposición da Deputación  

 A comitiva coñeceu varios edificios da pinacoteca, incluída a sala que acolle a mostra de 24 obras chegadas de Ucrania para protexelas da guerra  


A delegación da Deputación e o Museo provincial nun momento da visita á pinacoteca polaca
Fotos: D.PO.

Infogauda / Poznan (Polonia)

 O Museo de Pontevedra e o Museo Nacional de Poznan colaborarán para investigar científicamente a orixe e percorrido do díptico de Bouts espoliado polos nazis atopado en Pontevedra e abren a posibilidade de realizar exposicións intercambiando fondos. Así o acordaron hoxe os directores de ambas institucións, Xosé Manuel Rey e Tomasz Lecki, na visita que fixo a delegación da Deputación e o Museo provincial á pinacoteca polaca.  

 Na recepción, que é un acto previo á ceremonia de devolución dos cadros ao seu lugar de orixe -o Castelo de Goluchow- que terá lugar mañá, participaron o vicepresidente provincial e responsable político do Museo, César Mosquera, así como tamén a responsable do departamento provincial de Memoria Histórica María Ortega e o deputado de Economía Carlos López Font. Pola parte polaca, estiveron, ademáis do director do Museo, Martyna Zurastewic directora científica, e a responsable do departamento de Educación, Kataryna Gradowska, xunto a outro persoal técnico.  


Nas imaxes, dous momentos do acto de recepción aos representantes da delegación da Deputación e do Museo de Pontevedra


 Tomasz Lecki manifestouse conmovido pola restitución dos cadros de Bouts e subliñou que parte da equipa do seu Museo incluso chorou de alegría cando soubo que as táboas volverían á súa localidade de orixe. Agradeceu a custodia e coidado do díptico realizada polo Museo de Pontevedra e subliñou que en Polonia sería estraño ter aprobado a devolución por unanimidade –incluso co voto a favor da oposición política-. Salientou que a “guinda á nobreza da restitución é que unha delegación da Deputación se trasladase a Polonia”, algo que ao seu entender, “amosa a importancia que se dá ao acto”.  

 O responsable polaco lanzou a luva de afondar na colaboración entre institucións e estreitar relacións, e destacou o interese do Museo de Poznan en continuar o estudo científico dos cadros, indicando o amplo coñecemento que ten das pezas o Museo de Pontevedra. Por outra banda, sinalou que aínda que Polonia e España son moi diferentes, existen similitudes e incuso no Museo de Poznan ten tamén unha grande colección de arte española.   

 O director do Museo de Pontevedra José Manuel Rey confirmou o seu interese por aumentar o vínculo entre os dous territorios e que unha vez que finalice oficialmente a restitución do díptico “non se pechen portas, senón que se abran máis, e haxa máis colaboración institucional no futuro”. Destacou, de feito, que todo o persoal do Museo provincial pontevedrés estará a disposición para traballar nas peticións do Museo de Poznan, abrindo a posibilidade incluso do intercambio de fondos para realizar exposicións cruzadas nunha e outra localidade.  

 Como peche á visita da delegación pontevedresa ao Museo realizouse un percorrido guiado pola mostra que acolle 24 obras do autor Jacka Malczewskiego provenientes de Lwow, en Ucrania, co fin de resgardalas da guerra e evitar a súa destrución ou roubo.  

Cerimonia de restitución 

 Mañá venres á unha da tarde será a cerimonia de conmemoración dos cadros restituídos a Polonia polo Museo de Pontevedra no castelo de Goluchow, onde o díptico será exposto definitivamente ao público. Tomarán a palabra no evento o ministro de Cultura e Patrimonio Nacional Piort Glinski, o embaixador español Ramiro Fernández, o director xeral de Patrimonio Cultural español Isaac Sastre, así como o director do Museo Nacional de Poznan  Tomasz Lecki, e o vicepresidente César Mosquera e o director do Museo de Pontevedra pola parte da Deputación. A presentación das obras será realizada polo especialista Mariusz Wisniewski.

ARCOS DE VALDEVEZ

Presidente da Câmara participou nas 7ªs Conferências P3DT – Planeamento, Políticas Públicas e Desenvolvimento do Território  


O Presidente da Câmara Municipal, João Esteves, marcou presença nas 7ªs Conferências P3DT – Planeamento, Políticas Públicas e Desenvolvimento do Território
Foto: C.M. A. de V.


María Joâo Brito / Arcos de Valdevez

 O Presidente da Câmara Municipal, João Esteves, marcou presença nas 7ªs Conferências P3DT – Planeamento, Políticas Públicas e Desenvolvimento do Território, dedicadas ao tema “Cidades (Inter)médias e encontros urbano-rurais”, que aconteceram na Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, e que contaram com a presença da Secretária de Estado do Desenvolvimento Regional, Isabel Ferreira e do Secretário de Estado da Administração Local e do Ordenamento do Território, Carlos Miguel. 

 Na mesa redonda do painel “Cidades e Desenvolvimento: O Olhar do Alto Minho”, o autarca afirmou que o Alto Minho tem sabido conjugar o rural com o urbano e o natural, sendo a parceria entre Autarquias, instituições públicas e privadas e as pessoas, o principal motor da melhoria da qualidade de vida da região. 

 O autarca avançou ainda que “a descentralização aproxima e envolve as pessoas nas decisões, mas o Governo tem de transferir os recursos necessários”. Na sua opinião o “Governo tem de acelerar a aplicação das verbas europeias”. (…)“É preciso que cheguem ao território para que possam contribuir para a coesão social e territorial, para a fixação e atração de pessoas e investimento, nomeadamente em territórios do interior”, disse. Para o João Esteves é necessário continuar “este caminho de aumento de atratividade da nossa região para viver, trabalhar, investir e visitar”.

ARCOS DE VALDEVEZ

Regulamento de Alienação de Lotes de Terreno dos Parques Empresariais de Arcos de Valdevez  

Consulta pública   


Parque Empresarial Padreiro (Arcos de Valdevez) 
Foto: C.M. A. de V.

María Joâo Brito / Arcos de Valdevez

 A Câmara Municipal colocou em consulta pública o Projeto de Regulamento de Alienação de Lotes de Terreno dos Parques Empresariais de Arcos de Valdevez, para recolha de sugestões até ao dia 20 de abril. 

 O presente documento estabelece as regras e critérios a que deverão obedecer os procedimentos de alienação, em regime de propriedade plena, dos lotes de terreno, resultantes de Operações de Loteamento de todos os Parques Empresariais do concelho de Arcos de Valdevez. 

 Com este Regulamento pretende-se atribuir incentivos aos investimentos nos parques empresariais, através da redução do preço do terreno do lote industrial por m². Desta forma, quanto maior for o investimento e o número de postos de trabalho, menor será o preço do m² de terreno. 

 Este apoio da Câmara Municipal junta-se a outros como a isenção de derrama, isenção e redução de impostos e taxas municipais ou os apoios ao investimento como o Programa Municipal Investarcos. Assim, a Câmara Municipal pretende promover a criação de emprego e rendimento. 

 Durante o referido período, os interessados poderão consultar o projeto de Regulamento na Secção de Atendimento Público da Câmara Municipal, sita na Praça Municipal, Arcos de Valdevez, durante o período de expediente e permanentemente na página eletrónica do Município de Arcos de Valdevez

 Assim, convidam -se todos/as os/as interessados/as a dirigir por escrito, as suas sugestões, à Câmara Municipal de Arcos de Valdevez, entregues presencialmente no Serviço de Atendimento Público, desta edilidade, entre as 09H00M e as 12H45M, e entre as 14H00M e as 16H30M, ou a enviar via postal para Câmara Municipal de Arcos de Valdevez, Praça Municipal, 4974 -003 Arcos de Valdevez, ou ainda através do formulário online disponível na página do Município  

 Participe!