7 de xuño de 2017

ARCOS DE VALDEVEZ

ENVELHECIMENTO ATIVO: DESAFIOS E ESTRATÉGIAS PARA AS INSTITUIÇÕES 

Na sessão de abertura, João Manuel Esteves, Presidente da Câmara Municipal de Arcos de Valdevez, deixou a garantia de que esta é uma área prioritária para o Município


María Joâo Brito / Arcos de Valdevez

 O Município de Arcos de Valdevez, em parceria com a EAPN Portugal – Rede Europeia Anti Pobreza/Viana do Castelo, promoveram uma ação de formação “Envelhecimento Ativo: desafios e estratégias para as instituições”, dinamizada pela Socióloga, Paula Cruz, Técnica do Departamento de Investigação e Projetos da EAPN Portugal. 

 Promover a partilha de conhecimentos e experiencias de práticas e orientações que visem a promoção de um envelhecimento ativo de qualidade foi um dos principais objetivos da sessão que contou com a participação de técnicos e responsáveis das várias instituições locais de apoio aos idosos, bem como, cidadãos que se interessaram pela temática. 

 Durante a sessão foram vários os temas abordados, desde o aprofundamento da noção de envelhecimento ativo e os desafios do envelhecimento na atualidade, passando pelo o debate em torno dos mitos ainda existente sobre o envelhecimento e as potencialidades das pessoas idosas, até à reflexão em torno de algumas estratégias passiveis de serem colocadas em prática nas organizações e serviços que trabalham com as pessoas idosas. 


 Na sessão de abertura, João Manuel Esteves, Presidente da Câmara Municipal de Arcos de Valdevez, deixou a garantia de que esta é uma área prioritária para o Município, sublinhando que envelhecer com qualidade, prolongando a autonomia e independência, constitui um desafio para todos e, a necessidade de responder a este desafio, tem levado à realização de um trabalho concertado com as diversas entidades locais. Nesse sentido oi revelado que o Plano Municipal do Idoso, que congrega um conjunto de atividades das quais destacou, o apoio à recuperação habitacional, oprojeto Séniores + Ativos, as Olimpíadas Séniores o Festival Sénior e a recém criada Comissão de Apoio à População Idosa, que em breve iniciará as suas funções, e através da qual se pretende como principal missão a intervenção junto de idosos em situação de vulnerabilidade social; a melhoria dos cuidados prestados no domicílio, nomeadamente, a criação de uma bolsa de ajudantes domiciliários qualificados, bem como a criação de serviços de apoio temporário para cuidadores informais; a eliminação de barreiras arquitetónicas nos espaços públicos e nos domicílios e ainda, a aposta na criação de serviços de transporte que facilitem a mobilidade dos idosos.

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