25 de set. de 2019

ARCOS DE VALDEVEZ

Candidato à Ordem dos Advogados reúne com advogados minhotos




Ana Clara Quental / Arcos de Valvevez

 Luís Menezes Leitão, candidato a Bastonário da Ordem dos Advogados (OA) para o triénio 2020-2022, marca presença esta sexta-feira (27) na conferência subordinada ao tema às alterações recentes ao Código de Trabalho, agendada para as 17.30 horas, no Auditório do Posto de Turismo de Arcos de Valdevez.  

 A conferência é organizada pela lista "Uma Ordem Com Norte" , liderada por João Carapeto, na corrida para o Conselho Regional do Porto da OA. 

 Os cerca de 32 mil advogados portugueses vão ser chamados a eleições no próximo mês de Novembro (27, 28 e 29) para escolher o Bastonário e os órgãos nacionais e regionais. Pela primeira vez, o acto eleitoral realiza-se com recurso ao voto electrónico.

Luís Menezes Leitão

Luís Menezes Leitão nasceu em Coimbra, em 1963.  

 Realizou a licenciatura (1986), o mestrado (1991), o doutoramento (1998) e a agregação (2005) em Direito na Universidade de Lisboa. É Professor da Universidade de Lisboa e da Universidade Autónoma de Lisboa. Foi Presidente do Conselho Directivo da Faculdade de Direito de Lisboa (2002-2004). É Presidente da Associação Lisbonense de Proprietários, Vice-Presidente do Instituto do Direito do Trabalho e do Instituto do Direito do Consumo da Faculdade de Direito de Lisboa. É membro do Conselho Pedagógico do Centro de Estudos Judiciários. É Presidente do Conselho Superior da Ordem dos Advogados desde 2014. Sob o lema "Respeito, Dignidade e Segurança para a Advocacia, concorre a bastonário para o triénio 2020-22.   

 Das várias medidas anunciadas, o candidato ao mais alto órgão da OA anunciou que caso ganhe as eleições vai prescindir do ordenado de Bastonário, no valor de alguns milhares de euros, criado por Marinho e Pinto e usufruído por todos os Bastonários até hoje já que é contra"o bastonário- funcionário. O Bastonário deve ser um primus inter pares (primeiro entre iguais) e deve ser pago pelo seu trabalho como advogado e não como funcionário da Ordem”.

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