Mais habitação em Arcos de Valdevez
• Câmara Municipal entregou chaves de 32 habitações distribuídas pelas freguesias de Parada, Guilhadeses, Couto, Souto e Jolda Madalena.
María Joâo Brito/Arcos de Valdevez
A Câmara Municipal de Arcos de Valdevez procedeu, no dia 30 de setembro, à entrega e inauguração de 32 fogos habitacionais, distribuídos pelas freguesias de Parada, Guilhadeses, Couto, Souto e Jolda Madalena, correspondendo a 14 fogos de tipologia T1, 19 de tipologia T2 e 2 de tipologia T3.
O investimento associado a estas intervenções ascende a 4.706.671,22 euros.
A cerimónia, realizada em Parada, contou com a presença do Primeiro-Ministro Luís Montenegro, do Ministro das Infraestruturas e Habitação Miguel Pinto Luz, do Presidente da CCDR-NORTE, Álvaro Santos, do Presidente do Conselho Diretivo do IHRU, António Benjamim Costa Pereira, representantes das entidades civis e militares, Presidentes de Junta de Freguesia, entre outras entidades.
No seu discurso, o Presidente da Câmara Municipal, Olegário Gonçalves destacou que este dia “é um dia particularmente importante para o Município de Arcos de Valdevez, mas sobretudo para as 32 famílias que recebem as chaves das suas novas habitações”, tratando-se de um momento que “representa a concretização de um forte compromisso do Município com a habitação e com a melhoria das condições de vida da população”.
Através da Estratégia Local de Habitação, foram concretizados 70 fogos habitacionais, envolvendo um investimento municipal de cerca de 6 milhões de euros com recurso a financiamento municipal e a programas nacionais, nomeadamente o 1.º Direito e o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).
O autarca afirmou ainda que “mais do que construir ou reabilitar habitações, estamos a criar condições para que as famílias tenham mais segurança, estabilidade e dignidade, contribuindo também para a fixação de população, a revitalização das freguesias e o futuro do concelho”.
“Este investimento demonstra que, quando existe uma estratégia, capacidade de execução e articulação entre o Município, o Governo e as entidades parceiras, é possível transformar recursos públicos em respostas concretas para as pessoas”, disse.
Avançou também que a “política de habitação que estamos a desenvolver é também uma política de proximidade. É uma política que procura conhecer as pessoas, compreender as suas dificuldades e encontrar respostas adequadas a cada realidade”, afirmando que “isso só é possível graças ao trabalho diário dos nossos serviços, muito particularmente dos Serviços de Ação Social, e à colaboração das nossas Juntas de Freguesia e baldios na cedência de terrenos, também as instituições do nosso concelho”.
Para Olegário Gonçalves, “hoje, mais do que números ou edifícios, celebramos pessoas e novas oportunidades. Estas chaves representam segurança, esperança e o início de uma nova etapa na vida de 32 famílias de Arcos de Valdevez”.
Por sua vez, o Primeiro-Ministro, Luís Montenegro, reafirmou a habitação como uma prioridade do Governo, destacando o aumento da oferta através da construção, reabilitação e disponibilização de mais casas no mercado.
Na cerimónia, sublinhou o investimento público na habitação, a recuperação de património devoluto e o reforço da habitação pública, referindo que os programas em curso representam um investimento superior a 10 mil milhões de euros, com o objetivo de concretizar, até 2030, as 133 mil habitações previstas nas estratégias locais de habitação.
A estratégia inclui ainda medidas de redução de impostos, simplificação de procedimentos e apoio às famílias, nomeadamente aos jovens na aquisição da primeira habitação.
A Estratégia Local de Habitação para Arcos de Valdevez para além da habitação social, integra ainda os programas de apoio Subsídio ao Arrendamento, Arrendamento Jovem, Renda Acessível e Recuperação Habitacional.
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