24 de maio de 2017

PATRIMONIO

Encontros Poliorcéticos valoriza um patrimonialista mês de Maio



ENCONTROS  POLIORCETICOS   

 Fazemos juz de parabenizar as diversas acçons castellológicas empreendidas no Baixo Minho com o intuito de visibilizar uns postos  militares ligados à Guerra de Restauraçom: Xoan Fernández Carnero, Xurxo Salgado ou a Doutora Rebeca Blanco Rotea ajudarom nessa tarefa, embora com visons talvez díspares. Viu-se logo que a poliorcética nas raias galego-portuguesas está ainda nos primórdios e que está carenciada relativamente a sincronizaçom e eventos comuns e paralelos. Persistem atitudes que julgavamos desaparecidas, nas que incluem-se corporativismos e atitudes imovilistas da parte de pessoas com nome e apelido. 

 Encontros Poliorcéticos abre-se aos partidos políticos e coletivos sociais no sentido de se debruçarem na questom concreta das fortificaçons minhotas, nos  modelos de gestom a implementar (que nom existem, simplesmente) e na participaçom cidadá. Com essa intençom brevemente haverá umha promissória reuniom com a responsável  de Património de Monçao, Doutora Dª Odete Barra para analisarmos a situaçom atual do reduto e das baterias de Cortes, situados no Parque Industrial da Lagôa.
  
Localizações dos Colégios dos Jesuitas de Monterrei num plano da fortaleza realizado em 1762 por Miguel Moreno (ARG, Col. Icon. e Cart. 9).


 Da mesma maneira, deslocamo-nos à Raia Seca ourensá a fim de trabalhar “in situ” em Medeiros e calcorrear a zona para repositar rastos ou dicas em Milmanda, Vila Nova dos Infantes, Caridade e Baluartes de Monterrei (aquí, conferir as suas patologias). A toponimia está ajudando imenso e resta um  forte trabalho por apurar em Samora (Castela e Leóm), onde para além de Xeabra (Sanabria) sediam-se fortes como  Carbajales  de Alba, Torregamones e já outros bem conhecidos, raianos, como  Sam Felizes dos Galegos. 

 Encontros Poliorcéticos procura unidades e nom dispersons, para assim localizar postos e enclaves em torróm, uniformizar a pesquisa, ativar a resposta cidadá e fazer um peditório aos políticos num sentido exigente e colaborativo. Fai-se  urgente  passar a pente fino o Porto dos Cabaleiros, o Sítio da Costa, Ponte das Várzeas, Desteriz e mais outros, como Barbeita, Lara, Barreiras, ou esses que ficam mais a jusante no Minho, por forma a artelhar um trabalho científico e nom únicamente “animador-cultural”, com 10 messes de lastro provado e o fracasso no modelo gestor, como acontece no Centro nada Interpretativo da Guarda.

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