Museu Municipal inaugura duas exposições
O Museu Municipal inaugurou duas exposições intituladas “75 anos do Rancho Poveiro” e “Ícones e Memórias da Póvoa de Varzim Piscatória”.
Nesta última mostra serão abordados os temas relacionados com o sentido de identidade própria da comunidade poveira: heróis, embarcações (Lancha poveira, catraia, ou Salva-vidas) utilizados como ícones no último século, além de outros registos iconográficos da vida, traje, aprestos, e outros, que se tornaram objectos de memória duma comunidade em mudança.
O Conselho Internacional dos Museus apresentou como tema para este ano “Museus e Memória: Os objectos contam a nossa história”. Um dos tópicos em destaque é a relação memória, comunidade e identidade, o qual se adequa inteiramente com a temática visada por esta exposição em geral e, em particular, com as comemorações dos 75 anos do Rancho Poveiro. Na verdade, se a imagem da Lancha e do Pescador Poveiro se tornaram ícones indiscutíveis da Póvoa de Varzim piscatória, o Rancho Poveiro sempre cumpriu com galhardia o papel de embaixador desta comunidade.
Nesta última mostra serão abordados os temas relacionados com o sentido de identidade própria da comunidade poveira: heróis, embarcações (Lancha poveira, catraia, ou Salva-vidas) utilizados como ícones no último século, além de outros registos iconográficos da vida, traje, aprestos, e outros, que se tornaram objectos de memória duma comunidade em mudança.
O Conselho Internacional dos Museus apresentou como tema para este ano “Museus e Memória: Os objectos contam a nossa história”. Um dos tópicos em destaque é a relação memória, comunidade e identidade, o qual se adequa inteiramente com a temática visada por esta exposição em geral e, em particular, com as comemorações dos 75 anos do Rancho Poveiro. Na verdade, se a imagem da Lancha e do Pescador Poveiro se tornaram ícones indiscutíveis da Póvoa de Varzim piscatória, o Rancho Poveiro sempre cumpriu com galhardia o papel de embaixador desta comunidade.
Os museus guardam memória(s), constroem-na, despertam-na, informam-na, acrescentam-na, aprofundam-na, filtram-na, seleccionam-na, valorizam-na. A partir dela contam a história(s) de uma sociedade(s).Com o papel de preservar, valorizar e transmitir memória, os museus têm a responsabilidade e o poder de a seleccionar, mas também de a fazer despertar. Dão azo a que se difunda e prolifere, estimulando a sua construção e discussão.
As colecções e patrimónios, conceitos cada vez mais amplos, estão associados a memórias individuais e colectivas. Memórias que se vão desfiando tornando o museu um lugar de encontro e de cumplicidades.
Ajudar a interpretar, a compreender e a tornar acessíveis memórias ligadas a objectos, documentos, imagens, testemunhos orais e outros tantos suportes é, sem dúvida, tarefa quotidiana dos museus.
A exposição, linguagem muito particular dos museus, abrange tudo o que se possa (e até não) imaginar, cruzando colecções, artes, sons, imagens, escrita, ambiente, luz, sombra, de modo a evocar memórias, referências para as sociedades se pensarem e se distinguirem, valorizando e afirmando identidades e diferenças.
As exposições estarão patentes ao público até ao final de Setembro, sendo que as poderá visitar no horário de funcionamento do Museu Municipal: aberto todos os dias (excepto 2ª feiras e feriados), das 10h00 às 12h30 e das 14h30 às 17h30.

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