Considerações paisagistas em Oia
(50ª parte)
ENCONTROS POLIORCÉTICOS / Oia
Políticas contratuais revelam pouca disposição das administrações várias
para o estabelecimento de
autênticas realidades paisagistas, postas em valor por uma normativa já amadurecida relativamente às realidades ambientais e culturais. Políticas contratuais estão a fazer jus à
turistificação mais incompreensível do corredor Baiona-A Guarda, instituindo aos poucos e poucos um "continuum" de modelos vindos de Nigrán, Ladeira, Patos, Monteferro,
etc.. Políticas contratuais, de cedência, significam diminuição de verdadeiras e previdentes políticas
da paisagem. Cedemos, renunciamos
perante a deformação pura e simples
de âmbitos e envolventes.
Uma coisa é certa: "Kaleidos" não tem na manga panaceia alguma. Aparente "harmonização" de um espaço próximo do mosteiro adveio erro
de vulto que
não poderá ligar com coisa nenhuma. Trata-se de uma ATELIERIZAÇÃO de
um ambiente bem preciso, religioso, que sirva de falso companheiro para o
implante e a TIJOLIZAÇÃO de um terreno preexistente que, no
momento atual está em Zona de Amortecimento. Ou devia
está-lo. Desde o mar, atenção Feijóo,
vê-se uma futura urbanização não condizente com um monumento
nacional. Vinte monstros "fazer-se-ão" ao mosteiro, adulterando uma naturalidade
e autenticidade paisagista que NUNCA NECESSITOU DE CÂMBIOS ARTIFICIAIS. Eis o discurso realmente patrimonial, aquele que está despindo interesses obscenos
e encontrando ATORES PRO-DESFEITA inusitados.
Estamos, é claro, a falar de Expropriação, da necessidade premente
de expropriar mosteiro
e a sua envolvente. Centralidade do problema não quer
falsos amigos.
Meteram na gaveta toda consideração paisagista. NÃO SE RESPEITA CONVÊNIO EUROPEU DA PAISAGEM. FALA-SE DA PAISAGEM DE ÁNIMO LEVE, COM GRATUITIDADE. Atores envolvidos utilizam imprudentemente versões incorretas dessa paisagem. Futuro desta ficará em maus lençois, garantidamente. Mosteiro de Oia é assunto de todos; sobram localismos de ocasião ou armazenamento tresloucado de falsos recursos culturais. Método concentracionário está a iludir e desconversar. Hoje, turistificação só serve a interesses pontuais, de parceria, entre agentes locais, entidade promotora externa e apoios também externos, borrifando-se para um mosteiro que recupere os seus USOS SOCIAIS E A SUA INDISCUTÍVEL QUALIDADE PAISAGISTA ATUAL. Referimos atualidade e futuro da mão da estrita legalidade, visto que os radicais, os verdadeiramente radicais, já fizeram a escolha errada.
Meteram na gaveta toda consideração paisagista. NÃO SE RESPEITA CONVÊNIO EUROPEU DA PAISAGEM. FALA-SE DA PAISAGEM DE ÁNIMO LEVE, COM GRATUITIDADE. Atores envolvidos utilizam imprudentemente versões incorretas dessa paisagem. Futuro desta ficará em maus lençois, garantidamente. Mosteiro de Oia é assunto de todos; sobram localismos de ocasião ou armazenamento tresloucado de falsos recursos culturais. Método concentracionário está a iludir e desconversar. Hoje, turistificação só serve a interesses pontuais, de parceria, entre agentes locais, entidade promotora externa e apoios também externos, borrifando-se para um mosteiro que recupere os seus USOS SOCIAIS E A SUA INDISCUTÍVEL QUALIDADE PAISAGISTA ATUAL. Referimos atualidade e futuro da mão da estrita legalidade, visto que os radicais, os verdadeiramente radicais, já fizeram a escolha errada.


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